Defensores dos animais Em 21 de fevereiro de 2010 lançamos publicamente a campanha pela criação da 1ª Promotoria de Defesa Animal do país, em São Paulo/SP, inspirados na tese acadêmica do Promotor de Justiça Dr. LAERTE FERNANDO LEVAI, publicada três anos antes. Em pouco tempo conseguimos reunir milhares de assinaturas de cidadãos que compreenderam a importância de um envolvimento mais amplo e apurado desta fundamental instituição, que é o Ministério Público, com a questão animal. Levamos as assinaturas ao procurador de justiça licenciado e deputado estadual Dr. FERNANDO CAPEZ, que imediatamente se dispôs a articular politicamente a criação do órgão. Na última quarta-feira, 27 de julho, após um ano e meio de campanha, o Órgão Especial do Conselho de Procuradores de Justiça do MP/SP reuniu-se para decidir sobre a criação de um grupo de atuação especial que tratasse da questão animal. Algumas notícias divulgadas via internet, com várias inconsistências, têm dado a entender que foi criado um grupo para tratar exclusivamente da defesa dos animais. A proposta aprovada é mais abrangente, o GECAP - GRUPO DE COMBATE AOS CRIMES AMBIENTAIS E PARCELAMENTO DO SOLO URBANO, que engloba a defesa dos animais (veja AQUI o Ato Normativo que o criou). É um avanço importante! Os promotores do GECAP, entre outras atribuições, centralizarão as ações contra todas as formas de criminalidade envolvendo animais (domésticos inclusive), antes dispersas entre as várias promotorias criminais da cidade, que são responsáveis por muitos outros tipos de crimes (assaltos, estupros, latrocínios, seqüestros) e davam pouca importância aos crimes contra animais. Ainda há o que ser aprimorado, os animais não podem ser tratados como apensos ambientais. Mas avançamos! O trabalho CONTINUA. Cabe aos ativistas e demais cidadãos cobrarem EFICÁCIA deste novo órgão, tão logo ele seja implementado. E mostrarem a enorme quantidade de casos de maus-tratos a animais que ocorrem diariamente, direcionando ao GECAP as denúncias. O registro desta grande demanda fará com que a questão animal seja tratada de forma cada vez mais diferenciada. Agradecimentos Reunião com o deputado Fernando Capez e o procurador-geral Fernando Grella Vieira. Agradecemos ao Exmo. Deputado Estadual Dr. FERNANDO CAPEZ e a sua equipe pelo empenho em atender a esta demanda de milhares de cidadãos que se importam com a vida dos animais. O deputado abriu as portas de seu gabinete, prontamente abraçou a idéia da criação da Promotoria e não economizou esforços para que a questão animal fosse tratada de forma mais específica pelo Ministério Público, levando ao Procurador Geral a proposta de criação da Promotoria e do Grupo Especial. O siteoficial do deputado publicou nota a respeito da criação do Grupo. Veja emhttp://capez.taisei.com.br/capezfinal/index.php?secao=1&subsecao=0. Agradecemos ao Exmo. Procurador Geral de Justiça de SP, Dr. FERNANDO GRELLA VIEIRA, que nos recebeu por diversas vezes, pela atenção dispensada ao tema. Agradecemos às mais de duas centenas de GRUPOS DE DEFESA ANIMAL que endossaram e deram representatividade a este movimento. E, principalmente, AGRADECEMOS À VOCÊ, que apoiou nossa iniciativa assinando e divulgando as petições. Não fossem as milhares de assinaturas nas petições virtual e física, o processo de criação deste grupo sequer teria se iniciado. E não pense que acabou aí o efeito deste apoio. Iniciativas para a criação de Promotorias de Defesa Animal no país continuam ocorrendo em muitos estados brasileiros, todas surgidas após esta pioneira mobilização pela qual VOCÊS são corresponsáveis. Acompanharemos o desenvolvimento destas ações e informaremos a todos. Um abraço. Maurício Varallo Olhar Animal http://www.olharanimal.net/ |
sábado, 30 de julho de 2011
Ministério Público de SP cria grupo que combaterá crimes contra animais
quinta-feira, 28 de julho de 2011
DOAÇÕES - GATOS, GATINHOS E GATÕES - JULHO/2011
Neguinha - 8 meses, fêmea, castrada e vermifugada. É carinhosa e meiga. Priscila - 3204-3136 / 9715-2144 |
Lindos filhotes - +ou - 50 dias - o mestiço de siamês (frente) é macho, branco com preto é fêmea e o outro mestiço de siamês (ao lado da branca e preta) é fêmea. Priscila - 3204-3136 / 9715-2144 |
Max - 7 meses, macho, castrado e vermifugado. É extremamente carinhoso, gosta de colo e de brincadeiras. Priscila - 3204-3136 / 9715-2144 |
Morgana - 1 ano,fêmea, castrada e vermifugada. É calma e carinhosa. Priscila - 3204-3136 / 9715-2144 |
Ritler - 8 meses, fêmea, vai castrar em Agosto, muito carinhosa e meiga. Priscila - 3204-3136 / 9715-2144 |
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Leão Ariel morre em São Paulo

O leão Ariel, conhecido nas redes sociais pela luta contra uma doença degenerativa, não resistiu a tratamento e morreu na tarde desta quarta-feira (27), em São Paulo. O animal vivia em um sítio, na cidade de Maringá (PR), e era cuidado por um casal.

Ariel tinha três anos de idade e estava em São Paulo na tentativa de recuperar os movimentos das patas. Ele estava sendo submetido a um tratamento nunca feito em animais, conhecido como plasmaférese (remoção das células sanguíneas que causam a degeneração dos movimentos e na doação de plasma sanguíneo de outros leões).

Leão Ariel era carismático
XI CONGRESSO BRASILEIRO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DE MEIO AMBIENTE
Olhar Animal
Pela primeira vez é aberto espaço para a questão animal em Congresso de alcance nacional.
Inscrevam-se e participem, para que possamos mostrar a importância do tema e firmar sua presença nos próximos eventos.
Divulguem para todos os demais defensores. Maiores informações no sitewww.abrampa.org.br
Obrigada. Vania Tuglio
Desafios da Legislação Ambiental Brasileira: Ações, Práticas e Propostas
Dia: 03/08/2011 a 05/08/2011
Local: Anhembi - São Paulo/SP
Link para inscrições: http://evento.acessobh.com.br/meio_ambiente11/
PROGRAMAÇÃO PROVISÓRIA
03/08/2011 – QUARTA-FEIRA
19h00 – ABERTURA SOLENE
Composição da mesa : Presenças do Governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do Prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, do Procurador-Geral de Justiça do Estado de São Paulo, Fernando Grella, do Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Desembargador José Roberto Bedran, além de outras autoridades do Ministério Público, do Judiciário, do Legislativo e do Executivo.
Homenagem ao Ministro do Superior Tribunal de Justiça Antonio Herman de Vasconcellos e Benjamin
Homenagem de despedida ao Presidente da Abrampa, Jarbas Soares Júnior
Coquetel
04/08/2011 – QUINTA-FEIRA
08h00 – Entrega de material e credenciamento
09h00 – PALESTRA: “O papel do Brasil no contexto internacional sobre medidas coletivas de combate ao aquecimento global” – Marina Silva (Ex-Ministra do Meio Ambiente)
10h00 – PAINEL I
- As propostas de alterações do Código Florestal sob o enfoque da ciência –Antonio Donato Nobre (INPA)
- APP e Reserva Legal: as bases científicas para a manutenção da proteção ambiental – Jean Metzger (USP)- Os impactos das pretensas alterações do Código Florestal para a biodiversidade – Ricardo Ribeiro Rodrigues (ESALQ-USP)- A participação da sociedade organizada na preservação da sustentabilidade ambiental – Raul Silva Telles do Valle (ISA)
12h00 – Intervalo para almoço
13h30 – PALESTRA: “Senciência animal como fator determinante para a atuação do MP e Judiciário” - Sonia Felipe (UFSC)
14h30 – PAINEL II – A questão animal na sociedade contemporânea
- Lacunas e insuficiências da legislação sobre fauna - Feliciano Filho (Deputado Estadual /SP)
- Tráfico de animais silvestres: crueldade, perda da biodiversidade e dos serviços ambientais – o papel do IBAMA – Vincent Kurt Lo (Ibama)
- A fauna na recuperação das áreas degradadas –Wesley Rodrigues da Silva (Unicamp)
- Adequação jurídica e aplicação legal do abolicionismo animal - Heron José Gordilho (MP/BA)
16h00 – Intervalo
16h15 –PAINEL III
- Economia/crescimento e meio ambiente/sustentabilidade: uma equação possível? - Marcelo Pereira de Souza (FFCLRP/USP)
- Limites da Legislação Infra Legal Ambiental e princípio da eficiência - Ney Bello Filho (Juiz Federal)
18h15 – PALESTRA: “O modelo europeu de defesa do meio ambiente” - Antonio Vercher Noguera (Ministério Público da Espanha)
05/08/2011 – SEXTA-FEIRA
09h00 – PALESTRA: “Atuações e decisões éticas” - Desembargador José Renato Nalini (TJ-SP)
10h00 – PAINEL IV
- Combate a danos ambientais: a experiência da fiscalização preventiva integrada na Bacia do Rio São Francisco – Luciana Espinheira da Costa Khoury (MP/BA )
- Destinação dos Recursos da Compensação Ambiental na Lei SNUC – Fernando Barreto Junior (MP/MA)
- A criação das Varas Ambientais como meio para otimizar a proteção ambiental – Desembargador Gilberto Passos de Freitas (TJ/SP)
- Questões controvertidas da responsabilidade penal da pessoa jurídica - Eladio Lecey (ENM)
12h00 – Intervalo para almoço
13h30 – PAINEL V
- O papel do Ministério do Meio Ambiente na Preservação da Biodiversidade Brasileira – Bráulio Dias (MMA)
- Como a Ásia está defendendo suas florestas
- O esforço da África na manutenção e recuperação da biodiversidade
- A contribuição dos EUA para a diminuição das emissões de gases de efeito estufa
- Enfoque jurídico-legal do novo código florestal – Nicolao Dino de Castro e Costa Neto (MPF)
15h00 – Intervalo
15h15 – PAINEL VI
– Destinação de resíduos sólidos e sustentabilidade - Dráuzio Barreto (Procurador de Justiça e Secretário Municipal de Limpeza Urbana)
- Gestão e fiscalização da qualidade das águas subterrâneas - Eduardo Coral Viegas (MP/RS)
- Aspectos relevantes da Lei nº 12305/10 – Cristina Godoy (MP/SP)
17h00 – Intervalo
17h15m –PALESTRA DE ENCERRAMENTO: O direito ambiental das florestas - Antonio Herman de Vasconcellos e Benjamin(STJ)
22h00m – Congraçamento
PROGRAMAÇÃO PARALELA
Dia 03/08/11 – 10h00:
Reunião do CONCAUMA
Dia 03/08/11 – 14h00:
Assembleia Geral Extraordinária da Abrampa
Dia 04/08/11 – 10h00:
Oficina de trabalho – Atuação coordenada e geoprocessamento como estratégia de proteção das florestas
Coordenadores: Luciano Furtado Loubet – MP/MS e José Ismael Lutti – MP/SP
Maiores informações:
http://www.abrampa.org.br/xi_congresso_abrampa/
- As propostas de alterações do Código Florestal sob o enfoque da ciência –Antonio Donato Nobre (INPA)
- APP e Reserva Legal: as bases científicas para a manutenção da proteção ambiental – Jean Metzger (USP)- Os impactos das pretensas alterações do Código Florestal para a biodiversidade – Ricardo Ribeiro Rodrigues (ESALQ-USP)- A participação da sociedade organizada na preservação da sustentabilidade ambiental – Raul Silva Telles do Valle (ISA)
12h00 – Intervalo para almoço
13h30 – PALESTRA: “Senciência animal como fator determinante para a atuação do MP e Judiciário” - Sonia Felipe (UFSC)
14h30 – PAINEL II – A questão animal na sociedade contemporânea
- Lacunas e insuficiências da legislação sobre fauna - Feliciano Filho (Deputado Estadual /SP)
- Tráfico de animais silvestres: crueldade, perda da biodiversidade e dos serviços ambientais – o papel do IBAMA – Vincent Kurt Lo (Ibama)
- A fauna na recuperação das áreas degradadas –Wesley Rodrigues da Silva (Unicamp)
- Adequação jurídica e aplicação legal do abolicionismo animal - Heron José Gordilho (MP/BA)
16h00 – Intervalo
16h15 –PAINEL III
- Economia/crescimento e meio ambiente/sustentabilidade: uma equação possível? - Marcelo Pereira de Souza (FFCLRP/USP)
- Limites da Legislação Infra Legal Ambiental e princípio da eficiência - Ney Bello Filho (Juiz Federal)
18h15 – PALESTRA: “O modelo europeu de defesa do meio ambiente” - Antonio Vercher Noguera (Ministério Público da Espanha)
05/08/2011 – SEXTA-FEIRA
09h00 – PALESTRA: “Atuações e decisões éticas” - Desembargador José Renato Nalini (TJ-SP)
10h00 – PAINEL IV
- Combate a danos ambientais: a experiência da fiscalização preventiva integrada na Bacia do Rio São Francisco – Luciana Espinheira da Costa Khoury (MP/BA )
- Destinação dos Recursos da Compensação Ambiental na Lei SNUC – Fernando Barreto Junior (MP/MA)
- A criação das Varas Ambientais como meio para otimizar a proteção ambiental – Desembargador Gilberto Passos de Freitas (TJ/SP)
- Questões controvertidas da responsabilidade penal da pessoa jurídica - Eladio Lecey (ENM)
12h00 – Intervalo para almoço
13h30 – PAINEL V
- O papel do Ministério do Meio Ambiente na Preservação da Biodiversidade Brasileira – Bráulio Dias (MMA)
- Como a Ásia está defendendo suas florestas
- O esforço da África na manutenção e recuperação da biodiversidade
- A contribuição dos EUA para a diminuição das emissões de gases de efeito estufa
- Enfoque jurídico-legal do novo código florestal – Nicolao Dino de Castro e Costa Neto (MPF)
15h00 – Intervalo
15h15 – PAINEL VI
– Destinação de resíduos sólidos e sustentabilidade - Dráuzio Barreto (Procurador de Justiça e Secretário Municipal de Limpeza Urbana)
- Gestão e fiscalização da qualidade das águas subterrâneas - Eduardo Coral Viegas (MP/RS)
- Aspectos relevantes da Lei nº 12305/10 – Cristina Godoy (MP/SP)
17h00 – Intervalo
17h15m –PALESTRA DE ENCERRAMENTO: O direito ambiental das florestas - Antonio Herman de Vasconcellos e Benjamin(STJ)
22h00m – Congraçamento
PROGRAMAÇÃO PARALELA
Dia 03/08/11 – 10h00:
Reunião do CONCAUMA
Dia 03/08/11 – 14h00:
Assembleia Geral Extraordinária da Abrampa
Dia 04/08/11 – 10h00:
Oficina de trabalho – Atuação coordenada e geoprocessamento como estratégia de proteção das florestas
Coordenadores: Luciano Furtado Loubet – MP/MS e José Ismael Lutti – MP/SP
Maiores informações:
http://www.abrampa.org.br/xi_congresso_abrampa/
terça-feira, 26 de julho de 2011
UM NOVO OLHAR SOBRE O BEM- ESTAR ANIMAL
| Enviado por Elenice Dueñas em 25/07/2011 |
Um novo olhar sobre o bem-estar animal é o que se espera da nova Secretaria Especial dos Direitos Animais (Seda) criada, hoje (25.07), em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Pela primeira vez no Brasil e na América do Sul a abordagem terá caráter jurídico, cujo enfoque recai no princípio constitucional onde os animais são portadores de direitos e devem ser tutelados pelo Estado. A pasta tem como objetivo estabelecer e executar políticas públicas destinadas à saúde, proteção, defesa e bem-estar animal da cidade. A lei que cria a pasta foi sancionada pelo prefeito José Fortunati, em solenidade no Salão Nobre do Paço Municipal. Com isto, Porto Alegre passa a ser a primeira capital do Brasil a tratar de forma jurídica esta causa. A prefeitura terá uma estrutura com 14 cargos e orçamento para trabalhar ações com mais contundência. O prefeito assumirá a responsabilidade pela secretaria com o apoio voluntário da primeira-dama, Regina Becker. Conforme Regina, caberá à Seda gerir ações, em desenvolvimento e futuras, como o projeto Bicho Amigo, que atua no controle reprodutivo de cães e gatos, combate aos maus tratos, educação ambiental e guarda responsável, implementado pela Coordenadoria Multidisciplinar de Políticas Públicas para Animais Domésticos (Comppad). “Há um ano estamos trabalhando com ações de posse responsável, adestramento, controle reprodutivo nas periferias e firmando parcerias com a comunidade. São inúmeras atividades que realizamos com uma pequena equipe”, relatou emocionada a primeira-dama. “Foi uma luta de muita gente. Várias pessoas se envolveram neste processo. É uma criação conjunta pela preservação da vida na sua integridade”, frisou. A primeira-dama do Estado, Sandra Genro, parabenizou a iniciativa da prefeitura e disse que a sociedade gaúcha já está preparada para ter essa estrutura. “Já existe uma consciência da sociedade de cuidarmos dos seres vivos”. Regina afirmou que o trabalho desenvolvido pela Seda terá embasamento legal, fundamentado na Constituição Federal e em legislações calcadas no princípio constitucional de que os animais são portadores de direitos. Porto Alegre tem hoje 500 mil animais de rua. A sede da nova secretaria será instalada até o final deste ano. Fotos: Ivo Gonçalves/PMPA. |
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Grupo Bichos Terapeutas no caminho da Terapia Assistida por Animais em São José dos Campos
O grupo “Bichos Terapeutas” é composto por voluntários e desde agosto de 2007 realiza visitas em instituições com o objetivo de melhorar a qualidade de vida das pessoas atendidas através da Terapia Assistida por Animais (atividades que usam animais como recursos terapêuticos),que se baseia no princípio dos benefícios que a interação animal-pessoa podem trazer, tais como:recuperação da auto-estima, responsabilidade, valorização do ser humano, motivação, recreação,estímulos sensoriais, carinho e amizade.
A técnica é utilizada com sucesso em países como Estados Unidos e Canadá,onde os animais são parte importante na recuperação de pessoas internadas em hospitais, moradores de asilos, orfanatos e pessoas portadoras de necessidades especiais.
O contato com o animal proporciona a liberação de serotonina, melhorando o humor, ao mesmo tempo diminui a liberação de cortisol, diminuindo a ansiedade e proporcionando sensação de aceitação e bem-estar. A terapia é especialmente indicada no tratamento da depressão,síndrome do pânico, insônia, dificuldades cognitivas, autismo e em situações de estresse e ansiedade. Pode atuar como coadjuvante em exercícios que envolvam coordenação motora e aprendizado.
O animal torna-se um amigo e confidente da pessoa atendida, que a aceita sem preconceitos e entende a condição dela, oferecendo um amor incondicional, sem cobranças e sem exigências. O animal é capaz de fazer a pessoa se abrir ao mundo, encarar desafios e aceitar a própria condição, pois tudo que ele quer é um carinho e um sorriso.
Nosso trabalho
O grupo atendia em torno de 60 idosos, de três instituições de São José dos Campos: Sanatório Maria Imaculada (15 senhoras),Recanto São João de Deus (25 pessoas) e casa Vó Laura (22 pessoas).
Trabalhamos com 6 animais devidamente treinados: 3 cães,2 calopsitas, 1 coelho. Compõe a equipe um total de 8 voluntários, alunos de fisioterapia e a nossa querida Marilu da área de proteção animal, que gentilmente cedeu os cães e participava conosco nos atendimentos, além de profissionais da área da saúde (2 terapeutas ocupacionais, 2 assistentes sociais e 1 psicóloga) e animal (1 zootecnista). Os profissionais acompanham todos os atendimentos e são responsáveis pela conduta com cada paciente. Todo animal participante precisa estar em dia com a saúde, passar pelo treinamento de socialização e obediência e ser acompanhado periodicamente por veterinários.Os animais trabalham no seu ritmo, onde a equipe está sempre atenta aos sinais de cansaço que eles podem apresentar, sendo muito importante trabalhar respeitando o limite dos animais.
Realizávamos 1 visita por local, com duração de 1hora, todas as terças e quintas, das14:00 às 15:00 horas.
O Grupo pretendia estender o número de instituições atendidas, porém, precisa de mais voluntários e de recursos como transporte.
Obra traz a evolução na luta em defesa dos direitos animais no Brasil
Da Redação em 14 dezembro, 2010
O livro “Visão Abolicionista: Ética e Direitos Animais”, produzido pela ANDA (Agência de Notícias dos Direitos Animais) e organizado pela jornalista Silvana Andrade, aborda a evolução do movimento pela defesa dos direitos animais no Brasil.
Outrora vista como produto do sentimentalismo romântico e inconsequente, a luta pelo respeito à vida e à liberdade dos animais não humanos começa a ganhar destaque em nosso país fora dos textos sobre excentricidades e bizarrices. Começa, finalmente, a ser vista como realmente é: um movimento legítimo com um propósito claro e apoiado sobre forte base tanto científica quanto filosófica.
É neste sentido que oferecemos com orgulho e satisfação a presente obra, que demonstra a evolução deste movimento em nosso país. Ele demonstra que os defensores dos animais no Brasil aprenderam, tanto quanto seus opositores, a importância da reflexão, do conhecimento e da argumentação racional. Aqui estão representados alguns dos expoentes dessa renovação do movimento de defesa animal, prontos para desafiar todos a um salto qualitativo no debate.
Os direitos animais são a continuação lógica dos direitos humanos. Eles vieram para somar e aprofundar, não para reduzir ou relativizar. Aqueles direitos fundamentais à vida, liberdade e integridade que o ser humano, na sua arrogância, um dia atribuiu à sua excepcionalidade no universo, agora são percebidos nitidamente como inalienáveis das outras formas de vida animal. Pois o que define a posse desses direitos fundamentais não é sua indubitável capacidade de construir e imaginar mundos inteiros e expressar-se pelas mais sublimes formas de arte (mas que é também a capacidade de destruir culturas, povos e regiões inteiras). Assim fosse, nem mesmo todos os seres humanos teriam esses direitos reconhecidos. Não, o que define o respeito pela vida e a liberdade é a sensibilidade e a consciência - a senciência, que faz com que todo animal defenda sempre sua vida e liberdade. Com informações da ANDA.
Livro – Visão Abolicionista: Ética e Direitos Animais
Organização: Silvana Andrade
264 páginas
Cães comunitários, posse responsável do animal
Roseli Ribeiro em 8 março, 2011
Com base na lei estadual paulista 12.916/2008, a cidade de Jacareí, localizada a 80 km de São Paulo, desenvolve o projeto “Cães Comunitários”, desde janeiro deste ano. O objetivo do programa é incentivar a posse responsável dos animais e padronizar algo muito comum em todos os bairros, o fato dos animais que vivem nas ruas serem amparados pelos moradores, que lhes fornecem alimento, água, abrigo e cuidados básicos.
O cão é escolhido pela comunidade e ao ser atendido pelo projeto recebe ummicrochips subcutâneo e uma coleira com placa de identificação em que consta o telefone da Diretoria de Vigilância à Saúde de Jacareí. Além disso, o animal é castrado e vacinado, garantindo maior segurança à vizinhança e aos moradores do local.
“Ao oficializar essa prática, as pessoas se sentem realmente responsáveis por esses animais, dos quais já estão acostumados a cuidar. De uma maneira indireta, esses cuidadores acabam conscientizando os demais moradores do bairro”, explica a agente de Controle de Zoonoses de Jacareí, Suely Akeni da Silva.
Segundo Liede Cardoso Braga, médica veterinária e supervisora da Diretoria de Vigilância à Saúde, o número de animais atendidos dependerá da iniciativa e demanda da comunidade.
Ela ressalta que a lei só se aplica aos cães, já que os gatos possuem comportamento diferente. Além disso, os cães de raças ferozes, conforme a lei estadual 11.531/2003 e lei municipal 4.729/2003, não podem ser cães comunitários. “São as raças e mestiços de pit bull, rotweiller, fila brasileiro, doberman, mastim napolitano, pastor alemão, mastif, akita, bull terrier e american staffordshire terrier”, exemplifica.
Tratamento grátis de animais carentes pode ser obrigatório
Da Redação em 23 julho, 2011
Poderá tornar-se obrigatório o atendimento gratuito aos animais da população carente no Estado de São Paulo. Esta medida é o que determina o PL 478/2010, do deputado Feliciano Filho (PV), que tramita na ALESP (Assembleia Legislativa de São Paulo). A proposta dispõe em seu artigo 2º que o atendimento citado não se restringirá somente às consultas, ficando os órgãos responsáveis pelos controle de zoonoses, canais públicos e estabelecimentos oficiais congêneres responsáveis pelos cirurgias, inclusive ortopédicas.
Segundo o deputado, a proteção dos animais, além de ser uma questão humanitária, é questão de saúde pública, já que o atendimento veterinário gratuito aos animais da população de baixa renda evitará que algumas zoonoses possam contaminar pessoas que não têm acesso a clínicas particulares. “Dessa forma, conseguiremos, além de prevenir doenças, diminuir o sofrimento de famílias pela perda de um animalzinho querido. Estes órgãos poderão executar os serviços firmando convênios com as faculdades de medicina veterinária, auxiliando-se mutuamente, ou seja, o munícipe terá o atendimento gratuito e os alunos terão estágios e aprendizado garantido”, declara Feliciano Filho.
O deputado cita ainda em sua justificativa do projeto que a Constituição federal estabelece o direito de todos ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo para as presentes e futuras gerações. “Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam animais a crueldade”, afirmou Feliciano, citando o parágrafo 1º da Carta Magna.
O projeto de lei já tem parecer favorável do deputado Ulysses Tassnari, pela Comissão da Saúde. Com informações da Alesp.
Veja a íntegra do projeto de lei 478/2010.
“Obriga o atendimento veterinário gratuito aos animais da população carente, em todo o Estado de São Paulo”.
A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO DECRETA:
Artigo 1º Fica obrigatório no Estado de São Paulo, atendimento veterinário gratuito aos animais da população carente.
Artigo 2º O atendimento aqui exposto não se restringirá somente as consultas, ficando os Órgãos de Controle de Zoonoses, canis públicos e estabelecimentos oficiais congêneres responsáveis pelos atendimentos de cirurgias, incluindo as ortopédicas.
Artigo 3° Fica o Poder Público autorizado a celebrar convênio e ou parcerias com entidades de proteção animal e outras organizações não governamentais, universidades, estabelecimentos veterinários, empresas públicas ou privadas e entidades de classe, para a consecução dos objetivos desta Lei.
Artigo 4° As despesas decorrentes da execução desta lei correrão à conta de dotações orçamentárias próprias.
Artigo 5º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
domingo, 24 de julho de 2011
PETS NA CAMA
DORMIR OU NÃO DORMIR COM PETS? EIS A QUESTÃO...
O dilema de dividir ou não a cama com o bichinho de estimação atormenta muitos donos de pet. Apesar de serem, em sua maioria, fofinhos ao extremo, é preciso cautela antes de permitir que o animal durma na mesma cama que o dono.
A veterinária Vivian Barbosa da Silva Santos garante que não há problemas em dividir lençóis, travesseiros e colchão com o bichinho. Para isso, o primeiro passo é ficar de olho na saúde do pet. A vacinação deve estar em dia. Os banhos devem ser semanais, e os vermífugos precisam ser aplicados no prazo correto.
Outro comportamento fundamental antes de dividir a cama é lavar e secar as patas da mascote depois do passeio na rua. De preferência com um secador de cabelo, o que evita que as patas fiquem úmidas.
Sem dúvida, é uma tarefa a mais, mas é o preço que se paga para quem não abre mão de dormir ao lado do pet.
Para quem acha estranho dormir na mesma cama que o animal de estimação, acredite: esse comportamento está mais comum do que se imagina. Dados da pesquisa Radar Pet, realizada este ano pela Comac (Comissão de Animais de Companhia), do Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal), mostrou que no Brasil 55% dos cachorros de estimação dormem dentro de casa.
São 23% que passam a noite no quarto dos donos e 12% que têm um dormitório só para eles. Outros 11% dormem na sala e 9%, na lavanderia ou no banheiro.
Segundo o veterinário André Santa Rosa, com a maior proximidade entre donos e cães, é natural que aumente o número de cachorros dormindo no quarto. O treinador e especialista em comportamento animal Max Macedo destaca que esse comportamento acaba refletindo na humanização do animal.
- Se o cão é criado e tratado adequadamente, não será o fato de permitirmos eventualmente que ele suba em nossa cama que trará condenação a essa conduta. O problema é que, atualmente, as pessoas confundem tratar bem um animal com tratá-lo como uma criança, e muito pior, com permissividade. Um cão é um cão e pronto, não porque sou insensível, mas por que é assim que tem de ser. O animal deve e precisa ser tratado como tal. Isso evitará aos proprietários boa parte dos transtornos comportamentais que tenho visto por aí.
O resultado negativo dessa humanização, segundo Macedo, pode ser facilmente identificado pelo dono. O animal passa a ficar agressivo sem motivos reais, apresenta dificuldade de contenção e manejo, quando é levado ao veterinário, destrói tudo dentro de casa e resolve morder os proprietários quando é contrariado. Alguns fazem até greve de fome, quando algo muda em sua rotina.
- Tudo isso é consequência da tentativa de humanizá-los.
A pediatra Jussara Fontes pontua que permitir ou não que o bichinho de estimação durma na cama com o dono deve ser individual.
- Aquele animal que vive na rua evidentemente irá trazer bactérias, micróbios e tantos outros agentes patogênicos que podem acarretar males à saúde do dono, como uma alergia, por exemplo. Daí a necessidade dos cuidados antes de permitir que o pet divida a cama com seu proprietário. Entretanto, é igualmente fundamental avaliar os benefícios que podem estabilizar os comportamentos afetivos do dono. O que aquele animal significa para a vida dele? O que estamos discutindo pode não ser simplesmente o ato de dividir a cama com o animal. Esse comportamento pode ir além disso. É preciso bom-senso antes de tomar qualquer decisão.
De acordo com Jussara, estudos realizados por especialistas em defesa de sistema imunológico revelam que as pessoas que convivem com animais têm menos propensão a desenvolver alergia ou doenças que afetem o sistema respiratório.
Donos também ficam dependentes
Não são apenas as doenças e os problemas respiratórios que tiram o sono dos donos dos animais de estimação que se propõem a dividir a cama com eles. As vantagens e as desvantagens também passam por quesitos emocionais.
A psicóloga Wanda Mendes explica que a principal vantagem do ponto de vista humano é a sensação de aconchego e prazer que a companhia do animal proporciona. Entretanto, ter o bichinho na cama pode soar muitas vezes como um retorno recompensador à correria do dia a dia, que, geralmente, impõe a falta de tempo para atividades de lazer e laços afetivos.
- Por isso, esses animais são tantas vezes tratados como crianças. É a fuga do dono que se encontra impedido de construir uma família.
Mas não são apenas os animais que estão condicionados à situação de dependência. Ao adotar esse hábito, muitos proprietários deixam de sair ou voltam mais cedo para casa, porque imaginam que o bicho não está bem. Outros até desistem de viajar, caso não consigam incluir o bicho na bagagem, e os animais ficam mais ansiosos à medida que envelhecem.
(FONTE : http://blogs.jovempan.uol.com. br/petrede/bicharada/aprenda-o s-cuidados-para-dividir-a-cama -com-o-pet/ )
O dilema de dividir ou não a cama com o bichinho de estimação atormenta muitos donos de pet. Apesar de serem, em sua maioria, fofinhos ao extremo, é preciso cautela antes de permitir que o animal durma na mesma cama que o dono.
A veterinária Vivian Barbosa da Silva Santos garante que não há problemas em dividir lençóis, travesseiros e colchão com o bichinho. Para isso, o primeiro passo é ficar de olho na saúde do pet. A vacinação deve estar em dia. Os banhos devem ser semanais, e os vermífugos precisam ser aplicados no prazo correto.
Outro comportamento fundamental antes de dividir a cama é lavar e secar as patas da mascote depois do passeio na rua. De preferência com um secador de cabelo, o que evita que as patas fiquem úmidas.
Sem dúvida, é uma tarefa a mais, mas é o preço que se paga para quem não abre mão de dormir ao lado do pet.
Para quem acha estranho dormir na mesma cama que o animal de estimação, acredite: esse comportamento está mais comum do que se imagina. Dados da pesquisa Radar Pet, realizada este ano pela Comac (Comissão de Animais de Companhia), do Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal), mostrou que no Brasil 55% dos cachorros de estimação dormem dentro de casa.
São 23% que passam a noite no quarto dos donos e 12% que têm um dormitório só para eles. Outros 11% dormem na sala e 9%, na lavanderia ou no banheiro.
Segundo o veterinário André Santa Rosa, com a maior proximidade entre donos e cães, é natural que aumente o número de cachorros dormindo no quarto. O treinador e especialista em comportamento animal Max Macedo destaca que esse comportamento acaba refletindo na humanização do animal.
- Se o cão é criado e tratado adequadamente, não será o fato de permitirmos eventualmente que ele suba em nossa cama que trará condenação a essa conduta. O problema é que, atualmente, as pessoas confundem tratar bem um animal com tratá-lo como uma criança, e muito pior, com permissividade. Um cão é um cão e pronto, não porque sou insensível, mas por que é assim que tem de ser. O animal deve e precisa ser tratado como tal. Isso evitará aos proprietários boa parte dos transtornos comportamentais que tenho visto por aí.
O resultado negativo dessa humanização, segundo Macedo, pode ser facilmente identificado pelo dono. O animal passa a ficar agressivo sem motivos reais, apresenta dificuldade de contenção e manejo, quando é levado ao veterinário, destrói tudo dentro de casa e resolve morder os proprietários quando é contrariado. Alguns fazem até greve de fome, quando algo muda em sua rotina.
- Tudo isso é consequência da tentativa de humanizá-los.
A pediatra Jussara Fontes pontua que permitir ou não que o bichinho de estimação durma na cama com o dono deve ser individual.
- Aquele animal que vive na rua evidentemente irá trazer bactérias, micróbios e tantos outros agentes patogênicos que podem acarretar males à saúde do dono, como uma alergia, por exemplo. Daí a necessidade dos cuidados antes de permitir que o pet divida a cama com seu proprietário. Entretanto, é igualmente fundamental avaliar os benefícios que podem estabilizar os comportamentos afetivos do dono. O que aquele animal significa para a vida dele? O que estamos discutindo pode não ser simplesmente o ato de dividir a cama com o animal. Esse comportamento pode ir além disso. É preciso bom-senso antes de tomar qualquer decisão.
De acordo com Jussara, estudos realizados por especialistas em defesa de sistema imunológico revelam que as pessoas que convivem com animais têm menos propensão a desenvolver alergia ou doenças que afetem o sistema respiratório.
Donos também ficam dependentes
Não são apenas as doenças e os problemas respiratórios que tiram o sono dos donos dos animais de estimação que se propõem a dividir a cama com eles. As vantagens e as desvantagens também passam por quesitos emocionais.
A psicóloga Wanda Mendes explica que a principal vantagem do ponto de vista humano é a sensação de aconchego e prazer que a companhia do animal proporciona. Entretanto, ter o bichinho na cama pode soar muitas vezes como um retorno recompensador à correria do dia a dia, que, geralmente, impõe a falta de tempo para atividades de lazer e laços afetivos.
- Por isso, esses animais são tantas vezes tratados como crianças. É a fuga do dono que se encontra impedido de construir uma família.
Mas não são apenas os animais que estão condicionados à situação de dependência. Ao adotar esse hábito, muitos proprietários deixam de sair ou voltam mais cedo para casa, porque imaginam que o bicho não está bem. Outros até desistem de viajar, caso não consigam incluir o bicho na bagagem, e os animais ficam mais ansiosos à medida que envelhecem.
(FONTE : http://blogs.jovempan.uol.com.
COM ALGUNS CUIDADOS,PORQUE NÃO?
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