quarta-feira, 31 de agosto de 2011
CARTA PARA "DONOS" DE CÃES ACORRENTADOS
Querido "dono",
...Consegui que escrevessem esta carta por mim. Nem sabes a alegria que sinto por poder comunicar contigo. Todos os dias, desde aquele dia longínquo em que me colocaste a corrente no pescoço e me prendeste neste espaço, eu sonho que venha me visitar e fazer festinhas como me fazias quando eu era um bebê. Eu sonho que venhas conversar comigo, não entendo muito bem o que me dizes, mas nem imaginas como adoro ouvir o som da tua voz!
Eu sei que fiz algo de errado, senão certamente não me terias colocado aqui. Desculpa! Não quero ser exigente mas começa a doer ter esta corrente atada ao meu pescoço. Às vezes tenho o pescoço dormente, e outras vezes tenho muito comichão e nem consigo coçar! Sinto o seu peso todos os dias, o peso da solidão que me prende.
Tenho vontade de esticar as pernas e correr...e como eu gostava de poder fazer isso contigo! Adorava que me atirasses umas bolas, aí eu podia mostrar-te como sou rápido a correr e como as trazia rapidamente. Gostava de poder ver o que tu vês, o mundo lá fora é muito grande? E existem outros como eu?
Ás vezes tenho sede e alguma fome mas eu aguento em silêncio porque sei que assim que poder virá dar-me comida e água, sei que fazes o que podes, eu não quero incomodar, mas sabes, por vezes gostava de ter um pouco da tua companhia.
Sei que talvez alguém te tenha dito que eu não tenho sentimentos, mas olha que é mentira! Nem imaginas quanta alegria sinto quando alguém me toca ou se dirige a mim. Nem sabes quanta tristeza e solidão pesa em mim nas longas horas que não vejo ninguém. Nem sabes o medo que por vezes sinto no Inverno aqui sozinho, e tenho tanta vontade de estar perto de ti.
No outro dia passaram aqui umas pessoas estranhas e puseram-se a olhar cá para dentro e a apontar para mim, riam e atiravam umas pedras na minha direção. Queriam vir fazer-te mal. Acertaram-me com uma na pata e ontem não consegui levantar-me , mas eu afuguentei-as logo com o meu ladrar. Eu não quero que ninguém te venha fazer mal…e não quero que te zangues comigo, eu prometo fazer melhor por ti.
Eu sou o teu amigo mais fiel, nunca te irei trair, não guardo rancor, e não tiro nunca o lugar de ninguém, será que tens mais amigos assim no teu mundo? Só queria um pouco mais da tua atenção e amor, uma cama quente no inverno, um local fresco no verão e o teu cheiro a entrar-me nas narinas todos os dias, seguido de um sorriso e uma festa no meu velho lombo.
Eu sei que um dia tu irás chegar aqui e tirar a corrente, e dar-me tudo isto, até lá eu fico quieto á espera. Só não demores muito meu "dono", porque estou a ficar velho e começo a ver e ouvir mal. Faltam-me forças e não quero ir, sem viver um pouco contigo.
Do teu "cão”
Se virem um cão aprisionado, imprimam esta carta e coloquem na caixa do correio dos donos. Em nome dos “cães”, obrigada.
Autor: APAIXONADA POR ANIMAIS.
RELATO DA CRUELDADE
Famílias expulsas de Mutum-Paraná (RO) abandonam animais à beira da morte
29 de agosto de 2011
Um leitor do jornal Rondoniaovivo que trabalha nas proximidades do antigo distrido de Mutum Paraná (RO), “cidade fantasma” já que a pequena vila será alagada pela Usina de Jirau, enviou relato de crueldade contra animais, que estão entregues a própria sorte após remoção da comunidade para a Nova Mutum.
Relato por Amauri Leal

Foto: Divulgação
Caminhando pelas ruas abandonadas da Velha Mutum Paraná, em Rondônia, na última segunda-feira (22), vi uma cena que costuma mexer muito comigo, principalmente por me remeter a uma sensação de impotência diante de algo bem maior do que minhas mãos podem alcançar. Uma cadela grávida deitada no passeio de uma “casa abandonada” buscava proteção do forte sol de meio-dia. Com respiração ofegante, ela parecia estar sentindo alguma dor, além do possível incômodo da fome e da sede.

Foto: Divulgação
Minha primeira reação foi ligar para a ESBR-Energia Sustentável do Brasil, mas não tiver como fazer isso, estamos sem comunicação, encontrar cães, gatos e outros animais abandonados nas ruas é um sinal claro de omissão humana. Eles não têm culpa de vivenciar este abandono, mas nós, sim.

Foto: Divulgação
As pessoas têm culpa em não exigir dos políticos ações efetivas para solucionar um problema de interesse coletivo e de fácil solução; têm culpa em não ajudar de alguma forma as entidades que defendem os animais; têm culpa em adquirir intempestivamente animais para depois, irresponsavelmente, maltratá-los ou abandoná-los à própria sorte; e, finalmente, têm culpa em preferir cães e gatos, em vez de adotarem aqueles que aguardam um lar e sequer têm custo.
Grande parte do seu tempo para cuidar daqueles que costumam demonstrar muito mais amor e afeto pelos humanos do que estes por seus semelhantes.
Grande parte do seu tempo para cuidar daqueles que costumam demonstrar muito mais amor e afeto pelos humanos do que estes por seus semelhantes.

- Foto: Divulgação
Também gostaria de convidar o Executivo e o Legislativo municipais, além de todas as entidades interessadas, a debaterem ações maduras, decentes e efetivas destinadas aos animais abandonados da Velha Mutum Paraná.
Quanto à cadela grávida, ironicamente abandonada em frente a uma “casa abandonada”, não voltei a vê-la.
Fonte: Rondoniaovivo
Fonte: Rondoniaovivo
terça-feira, 30 de agosto de 2011
PROGRAMA HORA DO BICHO DO DIA 27/08-DR FÁBIO JOAQUIM
ENTREVISTA COM O DELEGADO DA 2ª DELEGACIA DE POLÍCIA,DR FÁBIO JOAQUIM.
ACESSEM E OUÇAM:
LINDOS GATINHOS PARA DOAÇÃO.
Pessoal, estou com uns gatinhos aqui pra doar, por favor ajudem a divulgar! Fotos no link!
Gatinho Pierrot: macho, 4 meses. Cor sialata (branco com café com leite), olhos azuis. Muito bonzinho! Me comprometo a ajudar com os custos da castração.
Gata Maya: jovem adulta. Cinza com branca, lindos olhos! Muito meiga e amorosa e calma. Foi resgada numa área de risco (beira de rio), estava grávida e fez cesariana, dois gatinhos morreram. Já está castrada.
Filhotes da Maya: naceram dia 20 de Agotos: Um branquinho e um cinzinha, ambos (aparentemente) machos! Castração por responsabilidade do adotante. Consigo castração por preço mais em conta.
Gatinho todo branquinho (sem foto ainda): adulto. foi abandonado numa escola, precisa ser retirado urgentemente de lá, pois os alunos podem maltratá-lo. Muito mansinho, vai no colo! Castração por responsabilidade do adotante. Consigo castração por preço mais em conta.
Um abraço
Chris
8853-8335 (Oi)
9120-0629 (Claro)
Defender os animais e come-los é bizarro ...
Defender os animais e come-los é bizarro ... o especismo é cego pra muitas coisas e os carnistas churrasquista sushizistas e outros istas e facistas não tem muita moral pra defender os animais( embora a defesa dos direitos dos animais já é alguma coisa em si sim) ... é claro q tornar-se vegetariano é o caminho natural d quem defende os animais ... é tão sensato isso q qualquer dúvida nesse sentido ou é cínica ou é hipócrita ... talvez d pra discutir esse tema .. e procurar alguma solução ... por q sempre q passo pela vitrine d um açougue não consigo não sofrer ... creio q as propagandas d carnes são uma afronta a inteligência no século 21 ( deveriam ser proibidas, pois são um estímulo poderoso a insensibilidade e um brinde a vilolência ) ... e enfiar carne guela a baixo das crinaças d colo é o princípio do crime... e assim as crianças são viciadas nessa droga da dor do ódio do medo e da violência e do horror , antes d criar conciência ... precisamos acabar com o homem das cavernas tecnizado bárbaro e predador já ! e viva Mahatma Gandhi ! vamos despertar dessa hipnose d barbárie terrível e pavorosa já ... e os rodeios são apenas um exercício dessa crueldade adestratória !
PROJETO DE VOLTA PARA CASA
O tráfico de animais silvestres no Brasil infelizmente ainda é um grande problema, a sociedade brasileira é bombardeada de informações vindas da mídia e de instituições públicas que lamentavelmente não correspondem à realidade do que ocorre no dia a dia.
O Projeto De Volta pra Casa nasceu no seio da SOS Fauna há cerca de nove anos, pois a problemática do pós apreensão em relação a animais silvestres confiscados era e ainda é um problema extremamente sério, onde a sociedade, por falta de informação, imagina que após uma apreensão envolvendo animais silvestres, o problema destes está resolvido, o que não é verdade. A maioria dos animais silvestres apreendidos - sendo que mais de 95% destes são aves - não regressa à natureza e principalmente aos seus locais de origem, muitos são encaminhados a criadores comerciais e conservacionistas, principalmente quando se trata de espécies de interesse destes, tanto para reprodução em cativeiro bem como para enriquecer plantéis, salvos raros e isolados casos. Tal fato gera no Poder Público uma espécie de acomodação, ou seja, já que há quem receba estes animais, por que se preocupar com o regresso à natureza? Ainda mais pelo motivo que solturas realizadas com embasamento científico têm custos bastante elevados.
Esta realidade não afeta somente os espécimes (indivíduos) apreendidos, mas principalmente causa danos imensuráveis aos ecossistemas aos quais pertenciam, pela ausência dos mesmos no cumprimento de suas respectivas funções ecológicas, o que é muito grave.
Em 2006, mais precisamente em 30 de setembro deste ano, no final da madrugada, uma barreira policial interceptou na Rodovia Castelo Branco, município de Quadra – SP, um veículo Chevrolet Monza, com dois indivíduos, no porta malas do automóvel, nada mais nada menos que CENTO E NOVENTA E DOIS filhotes de papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva).
Realizados os procedimentos legais para apreensão das aves com a condução dos dois detidos à Delegacia de Policia local, as aves foram encaminhadas ao Zoológico de Sorocaba, local onde teve início a discussão de para onde e para quem iriam as mesmas, e que ficou definido da seguinte maneira:
Fotografias: Zoológico de Sorocaba, dia 03 de outubro de 2006, antes de serem encaminhados para SOS Fauna.



Aves apreendidas em Xaberê – PR, agosto de 2010.
147 filhotes de papagaio-verdadeiro, Penápolis – SP, setembro de 2010
CRAS de Campo Grande – MS – outubro de 2010.


Atualmente todos os papagaios estão prontos para regresso em vida livre, pronto para o regresso DE VOLTA PRA CASA – fotografias julho de 2011.
Há mais de 20 anos libertando animais silvestres.
O Projeto De Volta pra Casa nasceu no seio da SOS Fauna há cerca de nove anos, pois a problemática do pós apreensão em relação a animais silvestres confiscados era e ainda é um problema extremamente sério, onde a sociedade, por falta de informação, imagina que após uma apreensão envolvendo animais silvestres, o problema destes está resolvido, o que não é verdade. A maioria dos animais silvestres apreendidos - sendo que mais de 95% destes são aves - não regressa à natureza e principalmente aos seus locais de origem, muitos são encaminhados a criadores comerciais e conservacionistas, principalmente quando se trata de espécies de interesse destes, tanto para reprodução em cativeiro bem como para enriquecer plantéis, salvos raros e isolados casos. Tal fato gera no Poder Público uma espécie de acomodação, ou seja, já que há quem receba estes animais, por que se preocupar com o regresso à natureza? Ainda mais pelo motivo que solturas realizadas com embasamento científico têm custos bastante elevados.
Esta realidade não afeta somente os espécimes (indivíduos) apreendidos, mas principalmente causa danos imensuráveis aos ecossistemas aos quais pertenciam, pela ausência dos mesmos no cumprimento de suas respectivas funções ecológicas, o que é muito grave.
Em 2006, mais precisamente em 30 de setembro deste ano, no final da madrugada, uma barreira policial interceptou na Rodovia Castelo Branco, município de Quadra – SP, um veículo Chevrolet Monza, com dois indivíduos, no porta malas do automóvel, nada mais nada menos que CENTO E NOVENTA E DOIS filhotes de papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva).
Realizados os procedimentos legais para apreensão das aves com a condução dos dois detidos à Delegacia de Policia local, as aves foram encaminhadas ao Zoológico de Sorocaba, local onde teve início a discussão de para onde e para quem iriam as mesmas, e que ficou definido da seguinte maneira:
- - Cem filhotes para uma veterinária responsável por alguns criadores credenciados pelo IBAMA e que segundo informações, foram distribuídos entre cinco criadores;
- - Vinte filhotes para um dos veterinários do zoológico que também era responsável por outro criador;
- - Os restantes, setenta e dois, que ninguém mais queria, foi estabelecido contato conosco para ver se podíamos recebê-los, e assim ocorreu, em uma segunda feira, 03 de outubro de 2006.

Fotografias: Zoológico de Sorocaba, dia 03 de outubro de 2006, antes de serem encaminhados para SOS Fauna.
Após mais de um ano do fato, a SOS Fauna ainda mantinha vivos, 69 filhotes dos 72 por nós recebidos, enquanto isso tínhamos notícias, pela própria veterinária que recebeu 100 filhotes, de que vários filhotes que estavam nos criadores que ela era técnica responsável, haviam ido a óbito e os outros 20, recebidos pelo outro veterinário, tinham sido furtados do criadouro em que estavam.

Desenvolvendo trabalho de inteligência em campo, acabamos levantando a origem geográfica de coleta destes filhotes, que tinham origem na bacia do rio Paraná, no estado de Mato Grosso do Sul, bioma de cerrado. Um dos mais preocupantes pontos, para realizar a soltura destas aves, o regresso a vida livre, seria o de obter a informação da origem geográfica das mesmas, embora soubéssemos que vinham de Mato Grosso do Sul, não sabíamos de que local do estado teriam sido coletadas de seus respectivos ninhos.

Atualmente, grande parte dos filhotes de papagaios-verdadeiros que abastecem o mercado ilegal na região metropolitana de São Paulo, são oriundos da bacia do rio Paraná, principalmente das sub bacias marcadas como 1.3; 1.4 e 1.5, sendo que a 1.3 consideramos como uma das que mais sofre a apanha.
Devolver um grupo de mais de sessenta papagaios à natureza, além dos problemas que envolvem as questões de origem, face à genética de populações, não é algo simples como muitas pessoas imaginam. Inúmeras vezes somos questionados se o problema de devolução deste grupo de aves não seria somente o transporte, claro que não, embora o deslocamento das mesmas de São Paulo à Mato Grosso do Sul não seja uma tarefa simples, por trás de um projeto como este há muito mais responsabilidades do que se pode imaginar, contudo é um sonho de liberdade absolutamente possível de ser realizado.
Na transição do ano de 2007 para 2008, surgiu uma proposta de doação de uma verba de US$ 10 mil para este projeto, através de uma fundação norte americana, porém, por motivos alheios à nossa vontade, por falta de interesse de quem teria que prioritariamente ter a obrigação de se preocupar com o problema, passados alguns meses, tal verba, como havia data limite para apresentação de posicionamentos e estes não foram realizados, foi cancelada. Se tudo tivesse dado certo, à estas horas eles já estariam cortando os céus do sertão de cerrado do estado de Mato Grosso do Sul. Era preciso partir em busca de novas oportunidades, tínhamos esperança.

Em 2009, através de relacionamentos que dispomos, acabamos por conhecer o proprietário de uma grande fazenda – 5.000 hectares - no estado de Mato Grosso do Sul, este por sua vez, bem como sua esposa, ficaram maravilhados com a proposta do projeto, inclusive, além de ceder a fazenda para o trabalho com a soltura, ainda disponibilizaria construções existentes no local de modo a implantar uma espécie de filial da SOS Fauna no coração do cerrado sul mato-grossense, para trabalhar com recepção, recuperação, reabilitação e solturas de aves apreendidas pelas autoridades locais, mas ainda havia muito a se fazer.
Ainda em 2009, mais precisamente em junho, nos deslocamos até a fazenda, no município de Nova Andradina, para realizar o que seria o tão sonhado e esperado primeiro passo para a soltura destas aves, e indo mais além, a possibilidade de poder haver um local, na rota do tráfico de papagaios, que servisse de apoio a futuras apreensões no estado e possíveis reintegrações de papagaios-verdadeiros em vida livre, mesmo que apreendidos em outros estados, porém que tivessem origem geográfica detectada.
Inclusive o proprietário da fazenda se propôs a reformar a construção, e assim, pouco tempo depois o fez. Mas nós, infelizmente, com carência de recursos, não pudemos dar continuidade ao sonho de liberdade para aquele grupo de papagaios, e o ano de 2010 chegou.
Inclusive o proprietário da fazenda se propôs a reformar a construção, e assim, pouco tempo depois o fez. Mas nós, infelizmente, com carência de recursos, não pudemos dar continuidade ao sonho de liberdade para aquele grupo de papagaios, e o ano de 2010 chegou.
Quando nos aproximávamos do mês de agosto de 2010, começamos a disparar e-mails alertando sobre algo que já temíamos, viria a acontecer. O período reprodutivo no cerrado se aproximava e os meses de setembro e outubro representam o período de maior índice de nascimentos de filhotes de papagaio-verdadeiro e conseqüentemente a apanha dos mesmos para atender aos mercados ilegais, principalmente nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Algumas apreensões ocorreram e dentre estas, duas de maior porte, a primeira no município de Penápolis – SP, com 147 filhotes, quinze dias depois em Bataguaçú - MS, mais 155, em ambas, os traficantes que já eram velhos conhecidos, nunca param suas atividades criminosas em função da legislação brasileira em relação a este tipo de crime ficar cada vez mais branda. Exemplo disso é que a pessoa que transportava os 147 filhotes e que foi detida em Penápolis, há exatos trinta dias atrás esta também havia sido detida em outra operação, desta vez no estado do Paraná, mais precisamente no município de Xamberê, com cerca de 200 cardeais escondidos na parte de baixo de um veículo FIAT Idea, próximos ao tanque de combustível e escapamento.

Aves apreendidas em Xaberê – PR, agosto de 2010.

147 filhotes de papagaio-verdadeiro, Penápolis – SP, setembro de 2010
Todos os mais de trezentos filhotes foram encaminhados ao Centro de Reabilitação de Animais Silvestres – CRAS – em Campo Grande – MS, em 2010 as apreensões chegaram próximas ao número de QUATROCENTOS PAPAGAIOS, número certamente bastante inferior aos filhotes que, infelizmente, chegaram ao consumidor final!

CRAS de Campo Grande – MS – outubro de 2010.
Nesta época, em São Paulo, tivemos a iniciativa de lançar uma campanha para arrecadação de itens de modo a auxiliar o CRAS em Campo Grande, e conseguimos realizar com êxito este trabalho, amplamente divulgado pela mídia, podendo ainda, mesmo após quase um ano, ser encontrada noticias sobre o fato em toda internet.

Mas algo que ainda nos preocupava eram os papagaios que ainda estavam conosco, então decidimos que em 2011 enveredaríamos ainda mais esforços, se preciso fosse ultrapassando limites, para implementação da Unidade de Apoio à Recepção de Aves Silvestres do Cerrado Vitimas do Tráfico na fazenda em Nova Andradina e paralelamente executar a soltura – de forma absolutamente técnica – do nosso grupo de papagaios, pois conscientizar seres humanos e convencê-los a colaborar não é uma tarefa muito fácil.
No inicio deste ano – 2011 – começamos. Conseguimos com ajuda internacional, da Word Parror Trust, a construção dos dois recintos de soltura desmontáveis destinados aos papagaios, depois através da UPS do Brasil, Digital-GO, Murimarelo, BRAFRUIT, Stile de Vita, Pinheiro Neto Advogados, SINDIPEÇAS, THX, Leme Cavalheiro Advogados Associados e mais algumas pessoas físicas, itens que necessitamos para a soltura e também implementação da unidade, porém ainda há muito a se fazer e à adquirir.

Mas ainda é vital para o projeto, que possamos conseguir mais uma série de itens e desempenho de tarefas para a promoção da soltura e montagem da unidade, conseguimos através da FAB - Força Aérea Brasileira – o transporte os papagaios, mas estes só têm recursos (verba para combustível) para fazer este trabalho até no máximo agosto de 2011, isso significa que nossa unidade precisa estar montada no máximo até o dia 10 de agosto próximo. Estamos na reta final e queremos tornar real este sonho de liberdade pela conservação de nossa biodiversidade bem como o de também poder apoiar as autoridades locais em relação a este calvário de apreensões pelas quais todos os anos passa o estado de Mato Grosso do Sul.

Atualmente todos os papagaios estão prontos para regresso em vida livre, pronto para o regresso DE VOLTA PRA CASA – fotografias julho de 2011.

Há mais de 20 anos libertando animais silvestres.
NÃO, EU NÃO VI O SEU BATOM !!!
Não, eu já disse que
não vi seu batom!!
O que você está
insinuando
insinuando
quando me faz essa pergunta?
Você está me insultando!!
Toda a vez
que alguma coisa some nessa casa,
Vocês acham logo
que fui eu!!!!
SJCAMPOS- GATOS SÃO MORTOS NA ZONA SUL
São José dos Campos: uma cidade aparentemente linda e organizada, capital do vale do Paraíba, alta tecnologia e com uma população absolutamente DESINFORMADA e sem noção de seus atos, deveres, direitos , responsabilidades e um poder público totalmente omisso.Precisamos mudar isso!!!Educação, conscientização e políticas públicas EFICAZES são as únicas soluções.Denuncie os maus-tratos com animais no 2º DP ,telefone 3921-2112 com o delegado Dr Fábio Joaquim ou no 197.Nós somos a voz dos animais. Não se cale!!!!!Pela Causa Animal, Estou nessa de Coração!!Marilu GodoiREGIÃOAugust 30, 2011 - 04:12Gatos são mortos na zona sul
Antonio Basílio/Bom DiaSomente no Jardim Satélite, sete gatos já foram envenenados; moradores não têm pistas de quem está matando os animaisPaôla Marino
Bom Dia São José
A Polícia Civil investiga um caso de envenenamento de gatos na zona sul de São José. Somente no Jardim Satélite, desde o último dia 28, sete gatos já morreram envenenados.
Veneno de rato foi misturado a carne moída.
O autônomo Josias de Oliveira, 35 anos, perdeu dois gatos esta semana, um gato siamês e uma gata da raça angorá, que tinha acabado de dar à luz seis filhotinhos.
Ele registrou um boletim de ocorrência e cuida dos filhotes com sua mãe, Carmen Salete Silva, 62 anos, para doá-los daqui a um mês. "Agora nós temos que dar leite para os gatinhos. E o pior é que não temos pistas de quem fez essa crueldade", disse Oliveira.
A gata conhecida como Linda, da dona de casa Helena Maria Lima, 43 anos, também foi envenenada. "Jogaram bolinhos de carne moída no telhado da minha casa e a gata comeu. Agora , nós estamos sofrendo", lamentou.
Segundo Helena, com esses acontecimentos não há possibilidade de ter outro animal, pois ela tem medo de que ele também seja morto.
Arceu Venâncio da Costa, 71 anos, é outro que lamenta a perda do seu gato siamês, que foi encontrado morto no quintal. " É triste."
Segundo o delegado Fábio de Carvalho Joaquim, os moradores devem ter pistas e provas de quem é o sujeito que tem envenenado os gatos da região. "Às vezes o caso surgiu após uma briga de vizinho", disse o delegado.
Segundo ele, o artigo 32 do Código Penal diz que é crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. A pena é detenção, de três meses a um ano, e multa.
#ODEIORODEIO
"VC TEM O DIREITO DE NÃO GOSTAR DE ANIMAIS,MAS TEM O DEVER DE RESPEITÁ-LOS..."
"Às vezes me perguntam porque invisto tanto tempo e dinheiro falando de amabilidade para com os animais,quando existe tanta crueldade entre os homens?Ao que respondo: Estou a trabalhar nas raízes."
George T. Angell
George T. Angell
"TUDO QUE É PRECISO PARA O TRIUNFO DO MAL É QUE AS PESSOAS DE BEM NADA FAÇAM." (Edmund Burke)
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