sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

UM PARA TODOS

DIREITOS DOS ANIMAIS

DENÚNCIA DE MAUS TRATOS

DIGA NÃO AOS FOGOS !!!!!!!!!!!!!!

ATAQUE DE FOFURA

SEMPRE AO SEU LADO

APOIO SINCERO

FAZ PARTE DO PRESÉPIO

ELE LEVA UM PEDAÇO DO MEU CORAÇÃO

SOCORRO !!!!!!!!!!!!!!!!

ME LEVE PARA PASSEAR

ME BEIJA !

APROVEITE MUITO COM SEU MELHOR AMIGO

SER HUMANO

PRECONCEITO

ELEGÂNCIA

NÃO ADIANTA TENTAR FUGIR

JUNTOS NA CAUSA ANIMAL

MAIS UM ABANDONO COVARDE

Na última terça feira, dia 27, no começo da noite, vários munícipes ligaram para a AMAIS informando que havia um cachorro rottweiler amarrado na grade de uma casa em construção no final da Av. Francisca Salles Damasco. Conforme essas informações, esse animal apresentava várias lesões na pele e uma lesão com bicheira na pata dianteira esquerda. Como já era noite e não havia veterinários de plantão em Caçapava, pedimos à voluntária Sandra para que fornecesse a ele água e comida, para que fizéssemos o resgate na manhã do dia seguinte.

Levado à clínica veterinária, foi atendido pelo Dr. Leandro, que fez a remoção do bichos e prescreveu o tratamento. O animal foi levado para o sítio da AMAIS, onde ficará durante o tratamento e até que encontre um novo lar.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

HIERARQUIA SE VÊ NOS OLHOS.....


ESCLARECIMENTO DA SECRETARIA DE ESPORTES DE SJCAMPOS

ESTE E-MAIL QUE RECEBI DA SECRETARIA DE ESPORTES

 É REFERENTE AO E-MAIL QUE ENCAMINHEI DIA 15/12


ESCLARECIMENTOS 1



DE:
PARA:
CC:
Quinta-feira, 29 de Dezembro de 2011 13:01

Corpo da mensagem

 Sra. Marilu,
 
Gostaria de esclarecer algumas 
informações postadas em 
seu blog que não condizem com 
a verdade.
 
A PMSJC através da Secretaria de 
esportes e Lazer não 
repassou valores nem mesmo possui
 convenio com a entidade Líder.
 
Os fatos narrados em seu blog 
referem-se a convênios firmados 
com a Secretaria de Esportes Lazer
 e Juventude do Estado de São Paulo.
 
Esperamos assim contribuir para a
 credibilidade e compromisso
com a verdade de seu blog.
 
 
Atenciosamente,
 
 
 


Enviadas: Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011 15:12
Assunto: Mais uma dessa prefeitura safada!


Eles não tem dinheiro para manter um
 CCZ decente, não tem dinheiro pra 
campanha de castração, não tem dinheiro
 pra implantar uma política de educação 
ambiental e de respeito aos animais mas
 a Secretaria de Esportes de São José 
dos Campos repassou R$ 2,6 milhões
 a uma entidade com sede fantasma que 
supostamente mantém um clube de 
ciclismo no Vale.
Notem a foto da pista de ciclismo, na 
reportagem. Ela fica bem próxima ao 
vergonhoso e capenga CCZ da cidade.

CRUELDADE NUNCA MAIS-SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Descrição
http://www.crueldadenuncamais.com.br/index.php

Manifestação Pacífica NACIONAL pelo Fim da crueldade contra

 esperando a confirmação do local, fique atento em nossa

 página de eventos.


Venha de camiseta preta demonstrando luto pelos animais que

 morreram devido aos maus tratos.


Teremos camisetas pretas no dia do evento por 25,00.

Não falte! Sua presença é muito importante, precisamos mostrar

ao mundo que os animais merecem respeito e dignidade!

Traga seu cartaz com fotos e mensagens contra a crueldade

animal, cartolina, faixa, banner.


Iniciativa em SJCampos: Marilu Godoi

CRUELDADE NUNCA MAIS !!!!!!!!!!!!!!


quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

CRUELDADE !!!!!!!!!!!!!!

QUE PAÍS É ESSE?????????????

Brasil terá centro de treinamento de cães-guia mantido pelo governo federal

 27/12/2011 - 14h19

Priscilla Mazenotti 

Da Agência Brasil, em Brasília

A partir do segundo semestre de 2012, deficientes visuais
 de todo o país 
contarão com um centro de treinadores de cães-guia 
mantido pelo governo 
federal. Em janeiro, o Instituto Federal Catarinense,
 no campus de Camboriú, 
começa a construir o centro, que deve treinar cinco 
profissionais por turma.

A meta é que cada aluno treine seis cães-guia, 
que depois serão encaminhados
 aos instrutores. Esses profissionais, responsáveis 
pela interação entre 
o animal e o deficiente visual, também deverão 
ser formados no centro.
O projeto começou a surgir há três anos, 
quando a coordenadora do projeto,
 Márcia Santos Souza, conheceu um professor 
deficiente visual. “Nas conversas 
com ele, pensamos em fazer o projeto.
Começamos a plantar uma sementinha 
pequena que foi se modificando.
 E o governo federal comprou a ideia”, 
contou Márcia, que coordena o Núcleo
 de Atendimento às Pessoas com 
Necessidades Específicas, ligado ao Instituto 
Federal Catarinense. Segundo ela, a
 meta é espalhar centros semelhantes
 em todas as regiões do país.
De acordo com Márcia, atualmente, existem
 outros centros de treinamento no
 Brasil, que surgiram por meio de iniciativas 
particulares de organizações não 
governamentais ou até do Corpo de 
Bombeiros de determinadas localidades.
“É uma experiência piloto, dentro do plano 
do governo federal para pessoas com
 deficiência. Será o primeiro centro de 
treinamento de cães com iniciativa do
 governo em toda a América do Sul", disse.
Apenas as raças labrador retriever e golden
 retriver podem ser treinadas 
para cães-guia. Passados 45 dias do nascimento,
 os filhotes são encaminhados
 a famílias que ficam responsáveis pela 
socialização do cachorro. “Eles são 
levados para shoppings, parques e até o 
trabalho. Fazem parte do dia a dia 
da família”, explicou Márcia.
Passada essa fase, os cães são levados para
 os centros de treinamento.
 E só ficam aos cuidados dos deficientes 
visuais depois de dois anos de 
iniciado o processo. “A parceria entre o cão 
e o deficiente é como um 
casamento. E, neste caso, os opostos não
 se atraem. Tem de ter personalidade
e estilo de vida iguais. É preciso juntar 
com harmonia para que a pessoa caminhe
 bem”, ressaltou a coordenadora do projeto.
As obras de construção do centro começam
 em 9 de janeiro e devem durar 
150 dias. O custo total ficou em R$ 3,1 milhões.

ADOTE UM ANIMAL DE ESTIMAÇÃO FORA DO COMUM!

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

POR QUE ME DEDICO...

NÃO CANTA...LAMENTA

Questão de Ética - Abolicionistas, bem-estaristas, socorristas

 Sônia T. Felipe

26 de dezembro de 2011

Sempre estranho as acusações de Francione contra
 Singer. Francione faz um trabalho inestimável, pois vindo 
do direito, acaba por dar um braço jurídico à defesa dos
 direitos dos animais, algo que a argumentação ética 
de Singer não pretende fazer.
Singer é abolicionista, embora não tenha usado tal 
expressão, que, se minha memória não me trai agora,
 foi usada apenas uma vez por Tom Regan. Essa vez eu
 a apanhei e passei a usar no Brasil, antes de
 qualquer outra pessoa.
Bem, estranho em Francione uma argumentação que
 não se sustenta, a não ser sobre os pilares da
 argumentação do Singer. Lá do alto, sentado sobre 
os ombros do gigante, obviamente o Francione vislumbra 
algo que Singer não chegou a elaborar com todas as letras,
 mas formatou numa matriz que Francione agora pode 
aplicar para fazer seus escritos.
Nunca vi Singer defendendo o onívorismo consciente. 
Mas, em seu livro, Ética na Alimentação, ele faz 
comparações entre quatro tipos diferentes de dietas.
 Nessas comparações, há passagens nas quais ele 
admite que é menos pior uma delas, do que as outras.
 Daí muita gente usar essas passagens para desqualificar
 Singer. Inclusive Francione. Lamentável.
Dizer que é menos pior passar pomada contra sarna no cão, 
do que deixar que ele fique sofrendo com as sarnas, não é 
abolicionista, obviamente, porque, o ato de passar a pomada
 no cão não o liberta do sistema de detenção ao qual está
 condenado, porque humanos gostam de eleger a espécie
 canina como objeto de estimação.
Mas, embora a posição abolicionista defenda a libertação 
total de todos os animais, e, veja, isso devemos historicamente,
 primeiro a Singer, e não a Francione, que só veio vinte anos
depois de Singer, nenhum abolicionista genuíno condenaria 
qualquer pessoa que oferecesse água e comida a um cão 
sedento e esfomeado! Isso, é o que Singer admite, e o que 
fazem as protetoras de cães e gatos. Mas, isso, não é 
bem-estarismo, é um ato de compaixão, é “socorrismo”. 
Claro, se essas pessoas ficam apenas passando pomada
 nas áreas tomadas pela sarna, no cão, e não vão além disso, 
então elas não podem esperar dos abolicionistas nenhuma
 palmadinha de consolo no ombro.
Portanto, quando usamos o termo bem-estarismo, precisamos 
deixar claro que ele se destina a nomear o sistema de exploração
 e morte dos animais para beneficiar humanos, um sistema que
 aumenta as gaiolas e as correntes, fingindo que se preocupa 
com o bem próprio dos animais, e confundindo o bem que é
 específico e particular a cada indivíduo, com dar algum 
suprimento para que a “qualidade” do produto final 
não seja prejudicada.
Bem-estarismo não visa o bem dos animais, visa o lucro dos
 produtores e a segurança dos consumidores, por isso 
desperta tanta indignação nos abolicionistas. De fato, está 
errado usar esse termo para designar gente que não se importa 
com o bem próprio dos animais, gente que apenas diminui,
 quando o faz, o mal-estar deles.
Então, para não magoar tanto as pessoas que cuidam dos
 animais estragados pelas outras, poderíamos ter uma terceira 
categoria, que não seria referida com o termo bem-estarista, nem
 abolicionista, até prova em contrário, por exemplo, na falta de
 inspiração momentânea, “socorrista” animalista. Acho ótimo!
Temos, então, os bem-estaristas, esses que o Leon Denis, 
em sua Coluna Educação Vegana, [Contraponto – Parte III 
– A origem do mal] rudemente chamou com palavras duras, 
quero dizer, os que defendem o sistemão como ele está aí 
posto, apenas ampliando o espaço ou implementando algum 
alívio para os animais que seguem na fila da morte; os
 abolicionistas, que claramente se opõem à toda e qualquer
 forma de confinamento dos animais para exploração que 
beneficie humanos; e, finalmente, os socorristas, que cuidam 
dos animais estragados pelos primeiros, sem com isso dizer 
que são favoráveis ao confinamento e exploração dos animais.
 Esse último grupo não é bem-estarista, no sentido mais usado 
do termo, é “socorrista”. Ninguém, em sã consciência, pode
 criticar qualquer ser humano que venha em socorro de um
 animal, humano ou não-humano, ferido e em necessidade. 
Mas, também em sã consciência, ninguém pode parabenizar
 aqueles que se põem na posição bem-estarista, pois são 
eles quem sustentam o sistema.
Mas, que isso fique claro, nem todas as socorristas são 
abolicionistas. Nem todas as socorristas são bem-estaristas. 
Por haver uma enorme diferença na posição de umas, em 
relação a das outras, é que temos embates feios no movimento 
de defesa dos animais. Mas, esses embates, no que posso 
acompanhar, têm sido muito ricos, e sou uma filósofa feliz, 
porque introduzi esse debate teórico no Brasil e agora disponho
 dessa comunidade maravilhosa, da qual Gianna, Andresa, 
Sarah R., Vitor, Pedro, Luciano, Leon fazem parte, entre 
dezenas de outras pessoas, para poder aprofundar os conceitos. 
Devo a vocês, hoje, ter a faísca para entender que precisamos 
urgentemente de uma terceira categoria conceitual e ética, a de
 socorristas animalistas, designando as pessoas, que são
 milhares pelo Brasil afora, que vivem socorrendo animais
 feridos e abandonados pelo descaso dos demais.
Tenho muito respeito pelas socorristas. Tenho abjeção
 por bem-estaristas. Empenho-me pela abolição de todas
 as formas de exploração animal, sem especismos eletivos ou elitistas.
Resumindo:
Bem-estaristas= apoiam o sistema de exploração animal.
Abolicionistas= defendem a abolição desse sistema.
Socorristas= prestam serviço aos animais feridos ou 
abandonados pelo resto da sociedade, visivelmente
 bem-estarista, no sentido acima.