quinta-feira, 30 de junho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
ADOTEM UM ANIMAL DO CCZ
REPASSE PARA SEUS CONTATOS O SITE
TEM APENAS 4 ANIMAIS CADASTRADOS PELO CCZ,MAS VAMOS TENTAR ENCONTRAR UM NOVO LAR PARA ELES.
QDO FOREM AO CCZ PEÇAM PARA QUE CADASTREM TODOS OS ANIMAIS NO SITE.
NOSSA LUTA CONTINUA!!!!!!!!
MARILU
terça-feira, 28 de junho de 2011
VAMOS AQUECER OS ANIMAIS DO CCZ
Amigos protetores!
Uma amiga esteve hoje (28/06) no CCZ fazendo a doação de 37 cobertores para os canis. Ela disse que há necessidade de ainda mais cobertores (ou paninhos, toalhas usadas etc) porque o CCZ está abrigando cerca de 30 animais.
Quem conhece o local sabe que as paredes laterais dos canis são abertas (na altura da metade para cima), que fica no meio do mato (um frio!) e que muitos bichinhos acabam ficando em contato direto com o chão úmido e gelado. Imagine o que essas criaturas passam nestes dias de temperatura baixa...
Então, gostaria de fazer uma campanha de doação de cobertores, edredons, toalhas e outras peças que sirvam para os animais se esquentarem nos canis. Podem ser peças usadas (bom estado para uso, lógico) ou novas.
Minha amiga comprou cortes de cobertor na loja da Tecelagem Parayba por R$ 5. Lá vende, também, cortes de mantas, que são mais quentinhos, por R$ 10. Ela disse que os cortes são grandes e que o preço está bem legal. Ela optou pelo mais barato porque arcou sozinha com o curto de 37 peças. A vendedora autorizou pagamento parcelado por se tratar de um volume grande. A loja fica na Av. Sebastião Gualberto (na Fundo do Vale, virando à direita, como quem vai para o Parque da Cidade).
Precisamos lembrar que lá no CCZ eles não têm como se responsabilizar pela lavagem dos cobertores. O que uma das atendentes disse é que é possível que os rapazes que cuidam dos canis deixem os cobertores de molho, passem na água para tirar a sujeira e depois coloquem para secar pendurando na cerca (um serviço deles, voluntário). Por isso seria legal um estoque grande.
Bem, é isso, pessoal! Quem quiser, pode me entregar a doação. Posso, também, arrecadar dinheiro e ir comprar na loja. Tanto faz.
Outra coisa importante! A atendente do CCZ disse que eles também estão precisando de um liquidificador (bom e potente) para triturar bifes de fígado que ela conseguiu como doação de um restaurante. Se alguém puder doar, será muito útil, com certeza.
Vamos nos unir em pró dos animais do CCZ! Eles precisam de nós!
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Invadir um domicílio para socorrer animais é legal?
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proteção necessária contra o crime e a violência.
Muitas pessoas já sentiram tristeza e indignação quando ouviram o cão do vizinho uivando ou latindo, ou o miado do gato abandonado, expressando solidão, fome, angústia, dor e desespero pelas crueldades sofridas.
No último final de ano, um gato preso entre a janela e a rede de proteção de um apartamento no 15º andar do Edifício Paquita, em Higienópolis, região central da capital paulista, sem água e sem comida, chamou a atenção
da mídia e ganhou destaque nos principais jornais e grandes portais de Internet. A foto do gato foi publicada, pela primeira vez, no início da tarde do dia 1° de janeiro, pelo estadao.com.br. Foram feitos pedidos de socorro
ao Corpo de Bombeiros e à Polícia Militar, sem êxito.
O síndico do prédio, sabendo que os responsáveis pelo gato abandonado viajaram para o Rio de Janeiro, sentiuse na obrigação de invadir o asilo inviolável para prestar socorro ao animal. As pessoas que se preocupam com
o bem-estar dos animais sentiram-se vitoriosas.
A Constituição Brasileira declara, no seu artigo 5º, XI, que “a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para
prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial”.
Nada existe no nosso ordenamento jurídico que nos leve a entender que esta norma tenha por destino a prestação de socorro, exclusivamente, ao animal humano. Não tem fundamento e é arbitrária qualquer restrição
ao texto constitucional, pois o próprio artigo 225, §1º, inciso VII, afirma incumbir ao Poder Público a vedação das práticas que submetam os animais à crueldade.
“Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para
as presentes e futuras gerações” e que “para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica,
provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade”.
Deixar um animal sem água e sem comida, preso entre a janela e a rede de proteção de um apartamento, durante vários dias, é submetê-lo à crueldade, é condená-lo à morte, é crime. De que maneira poderá o Poder Público,
em obediência à Constituição, proteger este animal ou vedar a submissão dele à crueldade ou à morte sem socorrê-lo? É dever do Poder Público, fazendo uso de uma das exceções constitucionais ao princípio da
inviolabilidade do domicílio, prestar socorro imediato ao animal.
Devemos lembrar, ainda, que o Código Penal, em seu artigo 150, §3º, inciso II, afirma “não constituir crime a entrada ou permanência em casa alheia ou em suas dependências, a qualquer hora do dia ou da noite, quando algum crime está sendo ali praticado ou na iminência de o ser”.
Algumas providências acautelatórias devem ser tomadas para que não venha a ser configurada a violação de domicílio. Em companhia de duas testemunhas, abra a porta da casa com um chaveiro e, depois da prestação do socorro, feche-a. No próprio local, lavre um termo descrevendo as condições em que se encontrava o animal, assine e colha as demais assinaturas. Comunique o ocorrido na circunscrição policial e leve o animal para ser atendido e examinado numa clínica veterinária. “Manter-se inerte diante de um ato de maus-tratos é conduta moralmente censurável, que só faz crescer a audácia do malfeitor”, conforme nos faz lembrar o brilhante Promotor de Justiça de São José dos Campos – São Paulo, Laerte Fernando Levai, em sua obra Direito dos Animais.
sábado, 25 de junho de 2011
O GOVERNO DEVE PAGAR PELAS DESPESAS COM CÃES E GATOS RESGATADOS DE ABANDONO E MAUS TRATOS
Junho de 2011
Controle da População de Cães e Gatos é obrigação do Governo (federal, estadual e municipal).
O município ou estado deve cuidar dos animais implantando Políticas Públicas e investindo as verbas para:
- Campanhas de Castração
- Campanhas de Educação da População para a Guarda Responsável de Cães e Gatos
- Fiscalização e Punição ao comércio de animais
É papel do Governo/Estado/Município evitar abandono e maus tratos adotando medidas preventivas.
Se o Governo não o faz, deve arcar com as despesas dos que fazem (resgatam, cuidam, vacinam, castram e buscam tutores carinhosos e lares seguros para animais que encontram - vítimas de maus tratos e abandono).
Portanto, quem resgata cães e gatos, está cuidando de animais que pertencem ao Estado e tem o direito de cobrar dele todas as despesas.
O governo não fará nada além da sua obrigação em ressarcir as despesas de todas as ONGs e protetores, até que cumpra o seu papel e tome as medidas necessárias para o controle populacional destas espécies.
LEIS FEDERAIS
DECRETO LEI n° 24.645 de 1934
Art. 1 - Todos os animais existentes no País são tutelados do Estado.
Art. 3 - Consideram-se maus tratos:
I - Praticar ato de abuso ou crueldade em qualquer animal.
II - Manter animais em lugares anti-higiênicos ou que lhes impeçam a respiração, o movimento ou o descanso, ou os privem de ar ou luz [...]
Art. 16 - As autoridades federais, estaduais e municipais prestarão aos membros das sociedades protetoras de animais a cooperação necessária para fazer cumprir a presente Lei.
Art. 17 - A palavra animal, da presente Lei, compreende todo ser irracional, quadrúpede, ou bípede, doméstico ou selvagem, exceto os daninhos.
Veja a Lei na íntegra: www6.senado.gov.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=39567
LEI n° 5.197 de 1967
Art. 1º. - Os animais de quaisquer espécies, em qualquer fase do seu desenvolvimento e que vivem naturalmente fora do cativeiro, constituindo a fauna silvestre, bem como seus ninhos, abrigos e criadouros naturais são propriedades do Estado, sendo proibida a sua utilização, perseguição, destruição, caça ou apanha.Veja a Lei na íntegra: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L5197.htm
CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL de 1988
Art. 225. [...] § 1º [...] incumbe ao poder público: VII - proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade.
Art. 131 - A Advocacia-Geral da União é a instituição que, diretamente ou através de órgão vinculado, representa a União, judicial e extrajudicialmente, cabendo-lhe, nos termos da lei complementar que dispuser sobre sua organização e funcionamento, as atividades de consultoria e assessoramento jurídico do Poder Executivo.
Veja a Lei na íntegra: www.senado.gov.br/legislacao/const/con1988/CON1988_13.07.2010/art_225_.shtm
LEI n° 9.605 de 1998 - LEI FEDERAL DE CRIMES AMBIENTAIS
Art. 32 - Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.
§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal.
Veja na íntegra: www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9605.htm
NOTÍCIA 1
Município é responsável pela guarda de animais abandonados nas ruas
11/11/2010 - 11:57
FONTE: TJSC
A 2ª CÂMARA DE DIREITO PÚBLICO DO TJ, EM AGRAVO DE INSTRUMENTO SOB RELATORIA DO DESEMBARGADOR JOÃO HENRIQUE BLASI, DETERMINOU AO MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS, ATRAVÉS DO SEU CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES, QUE DÊ ABRIGO AOS CÃES HOJE ACOLHIDOS PELO CASAL OSVALDO E MARÍLIA DE SÁ.
Os autores do agravo, em verdade, foram impelidos em outra ação judicial, movida por seus vizinhos, a desfazer-se dos animais que mantinham em sua residência, com permissão para manutenção de apenas três deles. Os excedentes, animais abandonados nas ruas em situação de risco, deveriam ser removidos.
Ao procurar pelo Centro de Zoonoses, contudo, tiveram atendimento negado, sob argumento de falta de estrutura e condições gerais para guardar outros cães além daqueles que lá se encontram em situação emergencial.
Para o desembargador Blasi, além da decisão judicial, está claro no comando constitucional que cabe solidariamente ao município a responsabilidade pela proteção da fauna.
“Desse modo, não se trata (...) de simplesmente repassar ao Poder Público local o plantel de cães dos agravantes, mas sim de fazer com que a Municipalidade cumpra o seu papel legal e constitucional de velar pelos mesmos, ademais do que, no caso concreto, mercê de decisão judicial”, anotou o relator.
Ao procurar pelo Centro de Zoonoses, contudo, tiveram atendimento negado, sob argumento de falta de estrutura e condições gerais para guardar outros cães além daqueles que lá se encontram em situação emergencial.
Para o desembargador Blasi, além da decisão judicial, está claro no comando constitucional que cabe solidariamente ao município a responsabilidade pela proteção da fauna.
“Desse modo, não se trata (...) de simplesmente repassar ao Poder Público local o plantel de cães dos agravantes, mas sim de fazer com que a Municipalidade cumpra o seu papel legal e constitucional de velar pelos mesmos, ademais do que, no caso concreto, mercê de decisão judicial”, anotou o relator.
Agravo de Instrumento 2010.031714-0.
Fonte - http://www.ambito-juridico.com.br/site/?n_link=visualiza_noticia&id_caderno=20&id_noticia=59767
NOTÍCIA 2
FEVEREIRO DE 2011
Em Ilhabela, litoral paulista, a advogada Maria Fernanda Carbonelli Muniz
conquistou na justiça um feito que desperta nos protetores de animais
abandonados a esperança de acabar com o sofrimento dessas criaturas
indefesas.
Dra. Fernanda ingressou com uma Ação contra a prefeitura depois que o
abrigo mantido com muita dificuldade e recursos próprios por Dochiê
Dobrota foi demolido por ordem do governo municipal.
O juiz Sandro Cavalcanti Rollo acolheu o pedido de tutela antecipada e
determinou que os 54 animais mantidos por Dochiê Dobrota fossem vacinados
e castrados no prazo de 45 dias e estipulou multa diária de R$1.000,00
caso a decisão não fosse cumprida.
Dr. Cavalcanti determinou também que a prefeitura providenciasse
mensalmente 750 kg. de ração de boa qualidade para os cães e gatos
mantidos por Dobrota e Sandra Regina Meirinho, autoras do processo.
Para o não fornecimento da ração a multa diária foi estipulada em R
$5.000,00. A prefeitura recorreu da decisão, mas o Tribunal negou o efeito
suspensivo da liminar, e Dr. Cavalcanti determinou que a decisão judicial
fosse cumprida no prazo de 24 horas sob pena de incidência da multa, crime
de desobediência e improbidade administrativa.
O município de Ilhabela fica a 135 quilômetros da capital paulista.
Segundo dados do IBGE tem 23.886 habitantes. Os argumentos do juiz em seu
despacho são contundentes e muito bem fundamentados.
Dentre os fundamentos estão a Declaração Universal dos Direitos dos
Animais, a Constituição Federal e a Lei Estadual 11.977/05, conhecida como
Código de Proteção aos Animais, que prevê que os municípios mantenham
programas permanentes de controle de zoonoses, vacinação, castração de
cães e gatos e ações educativas de posse responsável.
Em seu despacho Dr. Cavalcanti reconhece o trabalho das autoras como de
interesse da dignidade dos animais, da população de Ilhabela e da própria
prefeitura. Em 3 de setembro de 2010 ele foi merecidamente homenageado com
o título de Cidadão de Ilhabela.---
Em Ilhabela, litoral paulista, a advogada Maria Fernanda Carbonelli Muniz
conquistou na justiça um feito que desperta nos protetores de animais
abandonados a esperança de acabar com o sofrimento dessas criaturas
indefesas.
Dra. Fernanda ingressou com uma Ação contra a prefeitura depois que o
abrigo mantido com muita dificuldade e recursos próprios por Dochiê
Dobrota foi demolido por ordem do governo municipal.
O juiz Sandro Cavalcanti Rollo acolheu o pedido de tutela antecipada e
determinou que os 54 animais mantidos por Dochiê Dobrota fossem vacinados
e castrados no prazo de 45 dias e estipulou multa diária de R$1.000,00
caso a decisão não fosse cumprida.
Dr. Cavalcanti determinou também que a prefeitura providenciasse
mensalmente 750 kg. de ração de boa qualidade para os cães e gatos
mantidos por Dobrota e Sandra Regina Meirinho, autoras do processo.
Para o não fornecimento da ração a multa diária foi estipulada em R
$5.000,00. A prefeitura recorreu da decisão, mas o Tribunal negou o efeito
suspensivo da liminar, e Dr. Cavalcanti determinou que a decisão judicial
fosse cumprida no prazo de 24 horas sob pena de incidência da multa, crime
de desobediência e improbidade administrativa.
O município de Ilhabela fica a 135 quilômetros da capital paulista.
Segundo dados do IBGE tem 23.886 habitantes. Os argumentos do juiz em seu
despacho são contundentes e muito bem fundamentados.
Dentre os fundamentos estão a Declaração Universal dos Direitos dos
Animais, a Constituição Federal e a Lei Estadual 11.977/05, conhecida como
Código de Proteção aos Animais, que prevê que os municípios mantenham
programas permanentes de controle de zoonoses, vacinação, castração de
cães e gatos e ações educativas de posse responsável.
Em seu despacho Dr. Cavalcanti reconhece o trabalho das autoras como de
interesse da dignidade dos animais, da população de Ilhabela e da própria
prefeitura. Em 3 de setembro de 2010 ele foi merecidamente homenageado com
o título de Cidadão de Ilhabela.---
Para conhecer o Despacho do Juiz de Direito Sandro Cavalcanti Rollo em 13-07-2010 na íntegra, acesse:
sexta-feira, 17 de junho de 2011
ONDE ESTÁ O GATO ?
NÃO DESISTA

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Educação planetária ─ um processo de humanização?
A educação é uma das práticas mais humanas que o homem inventou para tornar mais acessível a vida no planeta e este é um dos processos que o distingue dos demais seres vivos. Mas isso não quer dizer que a educação tenha tornado o homem superior aos animais; muito menos que todos os homens sejam “humanos”, no sentido de serem sensíveis ao sofrimento que paira em vários lugares do mundo.
A Terra está agonizando, entretanto, os seres mais racionais do planeta, preferem acreditar que a possibilidade de vida por aqui jamais terminará.
A educação ambiental é divulgada de forma insuficiente e frequentemente permanece desconectada de assuntos como a violência, por exemplo. Poucas organizações governamentais, não-governamentais e universidades, em todo o mundo, tem patrocinado e se dedicado a estudos que relacionam os elos entre a educação ambiental e a violência. Destaca-se, porém, um trabalho pioneiro do Fundo para a Educação Humanitária na África do Sul; que pretende quebrar os ciclos de crueldades e violências antes que se iniciem.
Algumas poucas sociedades humanitárias do mundo encomendam relatórios sobre as causas relacionadas à violência, na expectativa de tentar minimizar a situação catastrófica do planeta; direcionando o seu trabalho pedagógico, no sentido de conscientizar as autoridades governamentais quanto à gravidade dos casos de violência contra animais. O planejamento do Fundo para a Educação Humanitária na África do Sul é desenvolver uma integração para pesquisar e tratar o problema, sob ângulos diferenciados (proteção de crianças, proteção de animais e ministério público).
No início da década de 80, os doutores Kellert e Felthouse estudaram a relação entre violência contra animais na infância e o comportamento agressivo entre adultos delinqüentes e não delinqüentes. Os dados dessa pesquisa foram obtidos no Kansas e em Connecticut, nos Estados Unidos. Em estudo comparativo entre criminosos e não criminosos, foi constatado que a violência contra animais havia ocorrido com freqüência muito maior entre criminosos agressivos do que entre não criminosos. Os dados que confirmaram a violência doméstica foram comprovadamente mais comuns em situações que envolviam criminosos com histórico de violência contra animais na infância.
Para Ascione, E. R. (1997): “o abuso contra animais não é um fato isolado; ou melhor, acontece dentro de uma rede complexa de relações familiares perturbadas. Por exemplo, a violência contra animais é frequentemente encontrada em lares em que o abuso contra crianças e a violência doméstica também estão presentes. Em uma pesquisa nacional sobre mulheres que procuram abrigo contra a agressão doméstica em casas de apoio, 85% das que possuíam animais de companhia relataram que seus ofensores também os tinham machucado ou ameaçado”.
A organização internacional WSPA financiou uma pesquisa de Felthouse e Keller (1986), para que prosseguissem investigando a violência contra animais e as suas estreitas relações com crimes contra pessoas.
Infelizmente no Brasil e no mundo, muitas pessoas ainda acham que tratar os animais com o respeito que a lei determina não tem nada a ver com o tema ─ educação ambiental. Elas acreditam que atos de violência contra animais, cometidos por crianças, assim como: chutar um cão, queimar um rato ou roubar a comida de um gato de rua, representam apenas uma brincadeira ou o direito da criança de não gostar daquele animal e na melhor das hipóteses, consideram apenas uma “falha de personalidade”. Essa deficiência na avaliação e na construção de valores, do respeito pelos mais fracos, ajuda a criar um sentimento de desprezo ou negligência no que diz respeito ao sofrimento alheio. A classe dos políticos brasileiros, por exemplo, deve ter tido pais bastante permissivos, que nunca ensinaram aos seus filhos o significado da compaixão pela dor alheia (nem pelas pessoas e nem pelos animais). O dinheiro do povo é visto como um prêmio para os políticos mais espertos, ou seja, para os que aprenderam com os próprios pais que não precisamos respeitar os outros, principalmente, os mais fracos. Essas crianças aprenderam que é melhor ignorá-los, já que eles jamais nos farão mal; afinal, as pessoas oprimidas e os animais, nunca poderão abalar a onipotência dos políticos que se unem pelo ideal de conseguir conquistar dinheiro suficiente para construir isoladamente a própria felicidade.
Muitos brasileiros falam em poluição do ar (efeito estufa, chuva ácida,etc.), na contaminação química das águas por resíduos industriais e esgotos não tratados; das guerras que a falta de água poderá gerar em todo o mundo; da exploração da Floresta Amazônia e da salvação de suas espécies ameaçadas, talvez até pelo “glamour” que envolve o assunto... É óbvio que temos que discutir esses temas, com demasiada urgência, entretanto, a educação ambiental é algo muito mais abrangente e não pode ser tratada sem estar associada à outros assuntos.
O planeta vive a agonia dos últimos séculos e os humanos continuam sonhando com a felicidade individual...Se fossem só os políticos a sonharem dessa forma, com certeza, viver no Brasil e em qualquer parte do mundo, seria maravilhoso!
Encerrando, relembro uma frase dita em 1993, durante o Congresso Nacional de Pais e Professores, realizado nos Estados Unidos: “As crianças que são treinadas para estender a justiça, a gentileza e a misericórdia aos animais, tornam-se mais justas, cordiais e atenciosas em suas relações entre si. O treinamento de caráter dos jovens, segundo este entendimento, resultará em homens e mulheres com mais compaixão ─ cidadãos mais humanitários e mais obedientes à lei, em todos os aspectos”.
Autoria: Bianca Lobo e Luar
(pedagoga holística, ciberativista pela não-violência mundial/defensora dos animais)
"APRENDENDO A RESPEITAR A VIDA "
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quinta-feira, 16 de junho de 2011
ATENÇÃO - SP - Projeto Segunda Chance - CNPJ
Povo do Bem,
Agora temos nosso CNPJ 13.445.657/0001-04, através dele você pode nos ajudar!
Se você não utiliza os créditos da Nota Fiscal Paulista, doe para a gente, é só dar nosso CNPJ na hora de suas compras!
Repasse essa idéia para seus amigos.
Visitem nossos site: http://www.projsegundachance.com.br/
Divulguem nossos trabalho!
Nossos animais agradecem!
Abraços a todos!
Rachel Brani
Idéia: Para terem o número sempre á mão , anotem numa etiqueta adesiva e colem em suas carteiras!
Ajudem-nos a ajudar os animais, repassem nossos e-mails, um simples click pode fazer essa mensagem chegar à pessoa certa.
Quem não quiser ou não puder receber esse tipo de e-mail, retorne com a palavra EXCLUIR.
Obrigada,
Rachel Brani
Lembre-se:
“Para cada filhote que você compra, um animal é executado na carrocinha, morre em um abrigo ou é atropelado.
200 animais são entregues diariamente pelos próprios donos ou apreendidos pela carrocinha.
30% dos animais abandonados em São Paulo, são animais de raça, que os próprios donos abandonam.”
“Para cada filhote que você compra, um animal é executado na carrocinha, morre em um abrigo ou é atropelado.
200 animais são entregues diariamente pelos próprios donos ou apreendidos pela carrocinha.
30% dos animais abandonados em São Paulo, são animais de raça, que os próprios donos abandonam.”
"A grandeza de uma nação e seu progresso moral podem ser medidos pela forma como os animais são tratados ."
(Mahatma Gandhi )
Quando se é capaz de lutar por animais, também se é capaz de lutar por crianças ou idosos. Não há bons ou maus combates, apenas o horror ao sofrimento aplicado aos mais fracos que não podem se defender."
(Brigitte Bardot)
CAMPANHA/ FALE COM O PRESIDENTE | PREENCHA O FORMULÁRIO E EXIJA O SUS ANIMAL | http://bit.ly/c2kpTa |
PL 4548/98 - PARABÉNS AOS PROTETORES
Defensores dos animais
Devido à pressão dos internautas, o deputado Carlos Brandão (PSDB-MA), que tem seu nome estampado em cartazes de vaquejadas e que havia solicitado a inclusão do Projeto de Lei nº 4548/98 na Ordem do Dia, RETIROU O PEDIDO (http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=20954). Isto significa que o PL volta para a fila e não será votado tão brevemente.
A mobilização tem sido muito importante não só por mostrar a força dos protetores, mas também porque nas últimas eleições apenas 54% dos deputados mantiveram-se no cargo, ou seja, uma parte muito significativa dos atuais parlamentares possivelmente nem tinha conhecimento da existência deste projeto. Agora eles tem! Não seria nada positivo que tomassem ciência de seu teor e da vontade de todos nós apenas às vésperas da votação.
A deputada Janete Rocha Pietá (PT/SP) encaminhou ao presidente da Câmara Federal, deputado Marco Maia (PT/SP), ofício (vide em http://bit.ly/iToX9V) e uma cópia do abaixo-assinado físico com as mais de 10 mil assinaturas que vocês se empenharam para colher durante os últimos meses. Enviou também uma relação dos mais de 200 grupos de defesa animal, ambientalistas e outros (relacionados em http://bit.ly/ln8l8y) que pedem que o projeto seja rejeitado. Portanto, ele agora também está ciente!
Parabéns a todos que participaram da mobilização! Bem vindos os que ainda vão se manifestar!
Quem ainda não enviou sua mensagem, não deixe de enviá-la. Mantermos a mobilização é fundamental para evitar a tragédia representada pela eventual aprovação deste PL. Vocês serão chamados a participar de outras mobilizações contra este nefasto PL. Não esmoreçam até que o projeto seja definitivamente rejeitado!
Estamos trabalhando agora para que os deputados digam se são contra ou a favor do PL. Suas intenções de voto estão sendo registradas no PLACAR ANIMAL: http://www.olharanimal.net/placar-animal/1391-placar-animal-pl-454898. Acompanhem!
NÃO À LIBERAÇÃO DOS MAUS-TRATOS AOS ANIMAIS!
Olhar Animal
VEDDAS – Vegetarianismo Ético, Defesa dos Direitos Animais e Sociedade
Que você não sabe sobre cães
Por Natasha Romanzoti
Já que o cão é o melhor amigo do homem há cerca de 15.000 anos, você poderia pensar que os seres humanos os conhecem muito bem. Surpreenda-se com essa lista, que mostra que nossos animais de estimação preferidos são muito mais do que acreditamos:
Eles pegam nossas doenças
Em relação ao que nos faz mal, somos muito parecidos. Cerca de 6 milhões de cães são diagnosticados com câncer a cada ano. Eles também têm versões caninas de raras doenças humanas como uma neuronal que leva à incapacidade de caminhar ou controlar os músculos. Cachorros e humanos partilhando as mesmas doenças pode ser uma “boa” coisa: as pesquisas são mais fáceis de executar em animais, dando aos médicos um modelo da doença humana, e aos cães uma chance de cura.
Eles podem cheirar nossas doenças
Doenças como câncer, diabetes ou epilepsia podem ser detectadas por cães. Estudos mostram que os animais podem ser treinados para farejar câncer de pulmão, mama, pele, bexiga e próstata. Pesquisadores suspeitam que eles sentem “perfumes” extremamente tênues emitidos por células anormais. Eles também são muito usados para ajudar pessoas doentes. Pacientes com diabetes, por exemplo, cuja saúde pode ser prejudicada quando o açúcar aumenta em seu sangue, podem ser avisadas por cães (que detectam o odor destas flutuações) antes mesmo de sentir os sintomas. Também há casos relatados de cães que podem alertar pessoas epilépticas 45 minutos antes de um ataque começar.
Eles “pensam”
Segundo pesquisas, os cães podem ser tão inteligentes quanto crianças de 2 anos. Border collie é a raça de cães no topo da categoria “inteligência”, capaz de entender até 200 palavras. Os poodles, pastores alemães, Golden retrievers e Dobermans completam o “top cinco” de raças mais inteligentes. O popular labrador vem em sétimo. Raças de cães de caça mais antigas, como buldogues e beagles, estão entre os alunos mais lentos do mundo canino. Ao contrário de raças de cães mais novas, projetadas para o companheirismo e a sociabilidade, as raças mais velhas foram criadas para farejar e caçar, com mais músculos do que cérebro.
Eles podem nos deixar doentes
Cães podem transportar patógenos aos humanos. A raiva, uma doença neurológica fatal, é a mais famosa. Porém, vacinas exigidas por lei podem interromper sua disseminação. Em alguns casos, alimentos para cães podem causar intoxicação alimentar em humanos, graças à contaminação pela bactéria Salmonella. Agora, o mais apavorante de tudo é um estudo que descobriu que os seres humanos podem contrair a lombriga parasita Toxocara canis apenas através de um afago na pele de seus cães infectados. A lombriga, que cresce nos intestinos de cães, pode crescer na parte de trás do olho de seres humanos, causando cegueira. Também podem se alojar em fígados e pulmões humanos. Essas infecções são raras, ainda assim, veterinários alertam que a higiene é importante para os proprietários de cães; lavar as mãos antes das refeições e após brincar com seu animal de estimação é indispensável.
Eles também têm inveja
Estudos sugerem que os cães sabem quando não estão recebendo tratamento justo. Quando cachorros faziam tarefas e não ganhavam nada por isso, mas outros cães sim, os não recompensados começavam a ficar agitados, arranhando-se e evitando o olhar dos cães recompensados. Eles também param de fazer a tarefa muito mais rápido do que se estivessem sozinhos e não fossem recompensados. Porém, eles não são tão invejosos quanto nós: os animais não pareciam se importar se outros cães ganhavam salsicha, enquanto eles só ganhavam pão, e também não ligaram se um outro cão ganhava comida sem fazer nada enquanto eles tinham fazer truques. Ainda assim, as conclusões são boas evidências de que a inveja não é só coisa de primata.
Mas não se sentem culpados
Você pode ter sido muito injusto com seu cão. O fato é que, quando ele lhe dá aquele “olhar de pena”, não significa que ele esteja se sentindo culpado ou assumindo seu erro. Ele está apenas respondendo a sua repreensão. Quando os donos de cães repreendiam os animais por terem comido um lanche, eles olhavam com “cara de culpa” independentemente de terem mesmo ou não comido o lanche. Na verdade, os cães que foram injustamente acusados muitas vezes pareciam mais culpados. Ou seja, aquele olhar expressivo não significa nada, só que você está gritando com ele.
Cães dóceis vivem mais
Pesquisas afirmam que cães obedientes e de raças dóceis vivem mais. Os estudos compararam o uso de energia, as personalidades, as taxas de crescimento e a expectativa de vida de 56 raças de cães. Depois de controlar fatores como tamanho do corpo, os pesquisadores descobriram que raças agressivas viviam menos. Eles cresciam mais rapidamente, e tinham maiores necessidades de energia. Os resultados sugerem que, a procura de selecionar e cruzar raças com certa personalidade, os humanos inadvertidamente tocaram em características ligadas ao metabolismo e longevidade.
Eles são a raça de mamíferos mais diversa
Os cães apresentam uma incrível diversidade de forma corporal. Um estudo constatou que as diferenças entre os crânios de raças de cães são tão pronunciadas como as diferenças entre espécies de mamíferos completamente distintas. Um crânio de Collie, por exemplo, é tão diferente de um crânio de pequinês quanto o crânio de um gato é de uma de morsa. Toda esta diversidade faz dos cães uma espécie excelente para estudar genética.
Eles fazem parte da nossa vida social
No passado, as pessoas viam os animais como seres sagrados. O cão tinha um papel espiritual. O cão de três cabeças chamado Cérbero guardava o submundo do mito grego, enquanto os embalsamadores egípcios escolheram o deus cão Anúbis como seu patrono. No folclore maia, os cães levavam os mortos para sua vida no “além”. No Nepal, o Festival de Outono de Tihar tem um dia especial para honrar os cães com guirlandas de flores e alimentos. Hoje em dia, os cães são vistos como simples animais de estimação, porém muito populares e queridos. 80% dos proprietários de cães relataram que interagem com seus cães por mais de duas horas por dia. Muitos relatam que vêem seus animais de estimação como filhos. O melhor amigo do homem pode até mesmo trazer mais amigos aos seus donos. Um estudo de 2000 descobriu que andar com um cachorro pelo menos triplicou o número de interações sociais que uma pessoa tinha. Mais do que isso: os cães incitam contato social mesmo quando o animal parece feroz ou o proprietário não está bem vestido.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
ESTERILIZAÇÃO SIM, USO DE CONTRACEPTIVOS HORMONAIS NÃO
UIPA - Campanha para proibir fabricação e uso de anti-concepcionais hormonais para cadelas e gatas"ESTERILIZAÇÃO SIM, USO DE CONTRACEPTIVOS HORMONAIS NÃO"
Com bastante freqüência os médicos veterinários realizam cirurgias em cadelas e gatas com piometra em virtude da utilização de anti-concepcionais nesses animais como forma de controle de natalidade.
No dia 27.07.2010, Portela, veterinário da UIPA- União Internacional Protetora dos Animais, operou uma cadela sem raça definida, de porte médio (foto abaixo) cujo útero estava de tamanho exageradamente aumentado e cheio de pus. Diante desse fato corriqueiro, tentei fazer uma campanha a nível nacional para que fosse proibido a fabricação de uso de anti-concepcionais para esses animais e ancaminhei para os protetores de animais daqui e para os da listas que participo em outros estados, pedindo ajuda para a campanha. Não encontrei guarida.
Em de outubro/2010, ingressei no Conselho Regional de Medicina Veterinária do Ceará, com um requerimento, solicitando que fosse adotada providências para que o Conselho Federal de Medicina Veterinária e o Ministério da Agricultura atendesse nossa solicitação.
O presidente do CRMV/CE, Dr. José Maria dos Santos Filho, ao receber o requerimento, submeteu-o a parecer Técnico do Conselheiro Efetivo Dr. Airton Alencar Araújo, Méd.. Veterinário, Doutor em Ciências da Vida pela Université François Rabellais de Tours (França) e professor da Faculdade de Veterinária do Ceará, que após um trabalho muito bem feito de várias páginas, com muitas referências bibliográficas de profissionais, na maioria do , emitiu um parecer favorável ao nosso pleito, no dia 26 de novembro de 2010, demonstrando os malefícios do uso do referido produto..
Transcrevo aqui a conclusão do parecer: “Sou favorável à solicitação da Uipa para que o CRMV/CE possa intermediar junto ao Conselho Federal de Medicina Veterinária e ao Ministério da Agricultura a proibição da fabricação e uso no território nacional de contraceptivos progestágenos, uma vez que seu uso pode ser substituído pela alternativa do método cirúrgico para esterilização de cadelas e gatas, conforme consta na resolução 962 de CFMV de 2010. É meu parecer, confirmando a asserção da Uipa: ESTERILIZAÇÃO SIM, USO DE CONTRACEPITIVOS HORMONAIS NÃO”.
Fonte - Geusa Leitão -
Para informações com mais detalhes acesse jornal Diario do Nordeste
SAIBA TUDO SOBRE A CASTRAÇÃO
Saiba tudo sobre a castração de cães e gatos
A cirurgia de esterilização é vista como o único meio de reduzir a população de animais abandonados e desta forma diminuir a transmissão de zoonoses (raiva), diminuir os acidentes de trânsito, evitar a morte dos animais que são recolhidos pela prefeitura.
Entendendo os benefícios que a castração traz para os animais
É comum o dono (tutor) se colocar no lugar do animal e imaginar que o animal sofrerá mutilação. A atividade “sexual” dos animais tem unicamente fins reprodutivos, que a fêmea só permite o acasalamento na fase ovulatória. O macho só tem libido quando a fêmea está no cio.
NAS FÊMEAS, os ciclos improdutivos ocasionam distúrbios comportamentais (gravidez psicológica), probabilidade de formação de cistos ovarianos e, a freqüência de tumores mamários é bastante significativa em cadelas não castradas. São rotinas em clínicas veterinárias cirurgias emergenciais em virtude de Piometra (infecção uterina com acúmulo de pus). Os hormônios reprodutivos são diabetogênicos. Não é incomum o aparecimento de diabetes em fêmeas tendo por causa primária os ciclos ovarianos.
A gravidez psicológica é bastante comum. Os sintomas são os mesmos da gravidez normal: falta de apetite no início e depois aumento, dilatação das mamas (em alguns casos secreção de leite), corrimento vaginal, útero palpável carência e vontade de ficar perto das pessoas, posse e proteção exagerada de alguns objetos e até mesmo comportamento agressivo por proteção maternal. Algumas constroem até mesmo ninhos para os filhotes. Os sintomas duram em torno de dois meses, o jeito é esperar e dar algum bichinho de pelúcia para que seja o seu filhote. Para prevenir, esterilizar as fêmeas.
A piometra é uma doença do útero, comum em cadelas e gatas não castradas. Para prevenir, esterilize seu animal.
O risco de desenvolvimento de tumor mamário é de 25% nas fêmeas em geral, e diminui para menos de 1% nas castradas. Injeções para evitar gravidez (terapia estrogênica) aumentam muito o risco de tumor mamário.
Nunca use injeções para evitar gravidez em cachorra ou gato.
A gravidez psicológica pode aumentar o aparecimento de lesões cancerígenas.
NOS MACHOS, o aumento de testosterona aumenta a agressividade. Os animais fogem de casa para acasalar, brigam, agridem pessoas.
A hiperplasia benigna e maligna de próstata é uma patologia freqüente em cães a partir de seis anos, diminui muito com a castração. Tumores primários de testículo não existem em cães castrados.
A hiperplasia benigna e maligna de próstata é uma patologia freqüente em cães a partir de seis anos, diminui muito com a castração. Tumores primários de testículo não existem em cães castrados.
A esterilização ajuda muito para manter o animal saudável.
Em todo o mundo, a população de cães e gatos aumenta. Os animais rejeitados são abandonados nas ruas, onde sofrem de fome, falta de abrigo e cuidado veterinário, além dos maus tratos e atropelamentos. A maioria morre de doenças, fome, sede e crueldades ou são friamente assassinados nos ccz (centro de controle de zoonoses) da prefeitura, para onde são levados animais quando alguém chama resgate público.
A prática de esterilização previne muito mais sofrimento e prejuízo do que são impostos aos animais pela esterilização. Lembre-se também de não comprar filhotes nos pets-shop ou canis.
Adote um animal de rua e assim você vai estar salvando sua vida e reduzindo a demanda das lojas e criadores de animais que são "fábricas de filhotes", apenas para ganhar dinheiro, sem nenhum respeito a vida, sem nenhuma consideração com o sofrimento brutal dos animais abandonados.
Castrar Animais é a Melhor Solução para acabar com o Abandono
Existem algumas maneiras de se lidar com o problema dos animais abandonados: - Você pode ignorá-los. Pode também chamar a carrocinha e se livrar rapidamente deles. Nestes dois casos, você os estará condenando à morte prematura e lhes tirando toda chance de serem felizes e de fazer alguém feliz. Ou pior ainda, os animais serão encaminhados para pesquisas, onde serão torturados lentamente e sem compaixão até a morte.
A outra possibilidade, a castração, deveria ser patrocinada pelo poder público que, infelizmente, não honra seu voto e nem seus impostos. Você, por outro lado, pode dedicar aos animais um pouco de seu tempo e encaminhá-los para uma vida digna. A castração é a única saída para evitarmos a proliferação dos animais abandonados. A castração é a única possibilidade viável de acabarmos com as mortes desnecessárias.
O desrespeito das pessoas e do poder público para com os animais só será amenizado quando a quantidade de animais de rua diminuir de forma drástica. Hoje tornou-se natural nosso contato diário com a miséria e o abandono.
Quando a miséria e a dor deixam de chocar as pessoas, pois o fato se tornou banal, só a diminuição do problema pode surtir algum efeito: quando as pessoas deixarem de ver animais morrendo pelas ruas o tempo todo, irão se chocar com casos esporádicos. E isto só poderá ocorrer se os animais forem castrados e pararem de procriar. Com o passar do tempo, os que permanecerem nas ruas irão morrer e não deixarão descendentes.
Temos que tentar fazer as pessoas compreenderem a necessidade de ter em casa somente animais castrados e de doar sempre animais castrados. Esta é a única saída para o problema do abandono e do excesso populacional.
Para que a medida seja ainda mais eficaz, devemos também ensinar as vantagens da castração de um animal: ele ficará livre de várias doenças e terá uma vida muito mais longa e saudável. Ela ainda impede fugas e atropelamentos de machos que fogem atrás de fêmeas no cio: 90% dos animais que se extraviam não são castrados.
Você, que é cidadão consciente e não perdeu o respeito pela vida, poderá abrigar estes animais por breve período enquanto procura um lar para acolhê-los. Além do prazer que é cuidar de um animal, você também se sentirá gratificado por haver salvo uma vida. Com isto, você estará diminuindo o problema do abandono, encontrado uma saída para animais sem nenhuma chance e contribuindo para a valorização da vida e de valores éticos que não têm preço.
Não se omita, sempre que puder, castre um animal e salve uma vida.
CASTRAR É UM ATO DE AMOR !!!!!!!!!!
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